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	<title>Modalogia &#187; Direções</title>
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	<description>conteúdo, branding, marketing digital</description>
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		<title>12 Tendências de Consumo para 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[O site Trendwatching publicou na semana passada as 12 tendências de consumo que eles mais apostam para 2012. São elas: 1-      Red Carpet: tratamento vip para os chineses, afinal eles são os novos imperadores do mundo! 2-      DIY Health: aumento de gadgets eletrônicos para o consumidor monitorar a própria saúde. 3-   Dealer Chic: a busca por ofertas e promoções (em sites, lojas e tudo mais) vai continuar com força total, independente do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O site <strong><a href=" http://trendwatching.com/pt/briefing/" target="_blank">Trendwatching</a> </strong>publicou na semana passada as 12 tendências de consumo que eles mais apostam para 2012. São elas:</p>
<p style="text-align: justify;">1-      <strong>Red Carpet: </strong>tratamento vip para os chineses, afinal eles são os novos imperadores do mundo!</p>
<p style="text-align: justify;">2-      <strong>DIY Health</strong>: aumento de gadgets eletrônicos para o consumidor monitorar a própria saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">3-   <strong>Dealer Chic:</strong> a busca por ofertas e promoções (em sites, lojas e tudo mais) vai continuar com força total, independente do poder de consumo</p>
<p style="text-align: justify;">4-      <strong>Eco-Cycology:</strong> a preocupação com o meio ambiente também é cada vez mais relevante para as marcas.</p>
<p style="text-align: justify;">5-      <strong>Cash-Less:</strong> o dinheiro vivo está sumindo enquanto novas formas de pagamento, principalmente pelo celular, estão surgindo.</p>
<p style="text-align: justify;">6-      <strong>Bottom of the Urban Pyramid:</strong> as marcas que se preocuparem em oferecer soluções criativas para os milhões de consumidores com renda mais baixa e que moram em grandes centros urbanos vão se dar bem.</p>
<p style="text-align: justify;">7-      <strong>Idle Sourcing:</strong> os serviços e apps de localização oferecem possibilidades infinitas de prestação de serviços para os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">8-      <strong>Flawsome:</strong> marcas são como pessoas, quanto mais elas se mostrarem “humanas” mais pontos ganham no coração dos clientes</p>
<p style="text-align: justify;">9-      <strong>Screen Culture:</strong> graças aos smartphones, nossa vida está cada vez mais concentrada numa telinha de celular. E nós adoramos isso!</p>
<p style="text-align: justify;">10-   <strong>Recommerce:</strong> sabe aquela promoção “troque sua jóia antiga por desconto numa nova”? Isso vai valer para vários outros produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">11-   <strong>Maturalism</strong>: jovens e pessoas de classe média começam a adotar uma postura em relação às marcas que foge do convencional. Eles querem inovação, transparência e serviços não-convencionais, ou seja, querem ser surpreendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">12-   <strong>Point &amp; Know:</strong> “googlar” algo já é passado. O que o cliente espera agora é ter toda a informação que precisa em segundos, basta apontar para um QR Code, tirar uma foto, escutar o som&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E como essas tendências se traduzem para a realidade do varejo de moda brasileiro, que anda reclamando bastante dos resultados das vendas?</p>
<p style="text-align: justify;">1-      <strong>Conte uma história:</strong> lembra quando éramos crianças e adorávamos ouvir as histórias que nossos pais/avós etc contavam? O mesmo princípio vale para uma marca. Do desenvolvimento da coleção ao passado da grife, há sempre muito a compartilhar. O consumidor se sente envolvido e mais próximo do produto, portanto muito mais inclinado a comprar.</p>
<p style="text-align: justify;">2-      <strong>Conecte-se:</strong> não basta ter um site, uma conta no Facebook e no Twitter, é preciso estar presente de verdade. Se a marca tem blog, ele precisa ser atualizado com notícias sobre ela e sobre o universo do seu consumidor. As redes sociais têm que ser ativas e interativas. Converse, troque e compartilhe de verdade com seu cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">3-      <strong>Mobilize-se:</strong> já tem e-commerce? Ótimo! E <a href="http://www.modalogia.com/?s=m-commerce" target="_blank">m-commerce</a>? Pense o seguinte: quantas pessoas você conhece que têm smartphones? Elas não fazem várias coisas pelo celular? Então, o que as impede de comprar roupas e acessórios por ali também? Quem lançar as vendas por celular primeiro vai ganhar pontos valiosos nesta corrida.</p>
<p style="text-align: justify;">4-    <strong>Identifique-se:</strong> quem é a sua marca? Por que as pessoas gostam dela? Qual o diferencial dela entre os concorrentes? Quem é o seu consumidor? Por que ele se identifica com a sua marca? A empresa que tiver essas respostas na ponta da língua está pronta para conquistar cada vez mais clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essas dicas contribuam para um 2012 muito produtivo e inovador! Feliz ano novo!</p>
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		<title>Como o Brasileiro Consome Moda</title>
		<link>http://www.modalogia.com/2011/11/10/como-o-brasileiro-consome-moda/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 18:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[moda brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é a real influência da moda nas compras do brasileiro? E de onde ele tira informação? A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (ABIT) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) acabam de divulgar uma pesquisa inédita sobre hábitos e costumes do nosso consumidor, que responde a essas e outras perguntas. O objetivo é entender melhor o mercado para criar estratégias contra a forte concorrência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/06/lenny03.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-50623" title="Lenny" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/06/lenny03-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Qual é a real influência da moda nas compras do brasileiro? E de onde ele tira informação? A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (<strong>ABIT</strong>) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (<strong>MDIC</strong>) acabam de divulgar uma pesquisa inédita sobre hábitos e costumes do nosso consumidor, que responde a essas e outras perguntas.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é entender melhor o mercado para criar estratégias contra a forte concorrência dos produtos vindos da Ásia. O Brasil já é o quarto maior produtor de vestuário do mundo e emprega 1.7 milhão de pessoas no segmento que faturou US$ 60 bilhões em 2010. Com uma demanda cada vez maior, graças ao bom momento econômico, o estudo veio constatar o que a gente já sabia: o brasileiro adora moda!</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa foi feita em duas etapas: qualitativa, com consumidores do Rio e São Paulo e quantitativa, com pessoas das principais capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os dados principais dão importantes pistas sobre o comportamento de consumo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- apenas 27,1% dos entrevistados olham as etiquetas do produto para saber sua origem.</p>
<p style="text-align: justify;">- as mulheres são, de fato, as grandes decisoras de compra, responsáveis por 84,6% das escolhas para si e para a família.</p>
<p style="text-align: justify;">- a freqüência de compra de roupas é de uma vez por mês para 37,7% dos entrevistados e a cada três meses para 30,4% deles.</p>
<p style="text-align: justify;">- as lojas de rua ainda são os locais preferidos para adquirir os produtos segundo 56,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">- 56,4% preferem pagar em dinheiro, seguidos por 30,4% que optam pelo cartão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">- apenas 15,2% já compraram roupas pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">- o gasto com vestuário nas despesas das famílias é, em média de 5,5% do orçamento. No Nordeste, no entanto o índice sobe para 7,4%.</p>
<p style="text-align: justify;">- a televisão ainda é o principal veículo de informação de moda para 72% dos entrevistados.</p>
<p style="text-align: justify;">- 47,% das pessoas já compraram itens de moda por causa de uma propaganda. Entre as mulheres, a porcentagem é de 52,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">- a capital onde os consumidores mais costumam se informar sobre moda é Porto Alegre, com 98,5%. Já em Belo Horizonte, a proporção cai para 59%. A média nacional é de 84,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">- Somente 32,1% dos entrevistados costumam acompanhar as semanas de moda (40,4%  do público feminino e 22,9% do masculino).</p>
<p style="text-align: justify;">- o estilo das celebridades exerce uma grande influência no público. 62,2% dos entrevistados afirmam que busca inspiração em artistas, modelos, cantores e jogadores de futebol. Entre as mulheres, o índice é de 70,7%.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/11/carolinaferraz_amanda.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-55799" title="carolinaferraz_amanda" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/11/carolinaferraz_amanda-319x450.jpg" alt="" width="319" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Com essas informações, dá pra chegarmos a algumas conclusões:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1-      O consumidor brasileiro ainda está longe de se preocupar com questões ecológicas, pois se interessa pouco pela procedência/origem das peças.</p>
<p style="text-align: justify;">2-      A venda de roupas pela internet ainda está engatinhando, diferentemente de outros setores. A queixa principal é a impossibilidade de provar a roupa, mas com a padronização das medidas e novas tecnologias que oferecem “avatares” das pessoas, a tendência é que os e-commerce de moda cresçam bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">3-      A demanda fora do eixo Rio-São Paulo é enorme! As marcas que quiserem apostar em pontos de venda no Nordeste e no Sul, sempre com bons canais de comunicação vão se dar bem!</p>
<p style="text-align: justify;">4-      Sem surpresas, a TV e as celebridades (incluindo personagens das novelas) ainda são a principal referência de compra. Mesmo com a enorme quantidade de informação sobre moda online, a velha e boa telinha ainda é o lugar primordial de se conseguir informações.</p>
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		<title>É Possível Fugir de uma Tendência?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 17:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[pensando a moda]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Marc Jacobs &#8211; primavera/verão 2011 Pesquisar tendências faz parte do meu trabalho diário e sempre fico muito feliz quando detecto com antecedência um tema que se confirma meses depois. É por isso que não acredito nem um pouco em pessoas que dizem que não existem mais tendências porque a moda anda muito democrática e cada um se veste do jeito que quer. Concordo que hoje existem mil opções e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/marc-jacobs08.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54276" title="marc-jacobs08" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/marc-jacobs08-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a>Marc Jacobs &#8211; primavera/verão 2011</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisar tendências faz parte do meu trabalho diário e sempre fico muito feliz quando detecto com antecedência um tema que se confirma meses depois. É por isso que não acredito nem um pouco em pessoas que dizem que não existem mais tendências porque a moda anda muito democrática e cada um se veste do jeito que quer. Concordo que hoje existem mil opções e que todo mundo pode e deve procurar o que é mais adequado ao seu estilo, personalidade e tipo físico na hora de compor o guarda-roupa. Pratico isso o tempo todo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/haider-ackermann14.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54277" title="haider-ackermann14" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/haider-ackermann14-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a>Haider Ackermann &#8211; primavera/verão 2011</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o ponto aqui não é falar de mim mas sim de tendências que viram modismos globais do varejo, provando que elas continuam a todo vapor e que, sim, todo mundo (do estilista ao consumidor) quer saber o que é tendência e adere a ela como forma de se sentir seguro (as marcas para não ter prejuízo nas vendas, o cliente para se inserir no contexto social de “estar na moda”).</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/drew-current.elliot.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54278" title="drew-current.elliot" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/drew-current.elliot-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a>Drew Barrymore</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quer melhor exemplo do que a saia longa? O mundo inteiro está de<strong> saia longa!</strong>!! Aqui no Rio, <a href="http://www.modalogia.com/?s=ver%C3%A3o+2012" target="_blank">ela está em todas as coleções inspiradas nos anos 70, nos festivais de música, nos tempos de paz e amor </a>etc&#8230; é só dar uma volta no shopping e nas ruas pra conferir. Lá fora, ela imperou no verão e continua dominando o street style enquanto as temperaturas não caem drasticamente&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/rachel-bilson6.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54279" title="rachel bilson6" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/rachel-bilson6-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a>Rachel Bilson</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, vamos ser sinceros: quantas mulheres ficam bem de saia longa? As altas e magras de pernas finas e quadris estreitos, com certeza. Mas elas são a minoria da população, né? Quantas baixinhas, de pernas grossas e quadris largos você já deve ter visto usando a peça por aí? Vai dizer que elas estão usando porque faz parte do “seu estilo pessoal”? É claro que não!!!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/facehunter-s11.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54281" title="facehunter-s11" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/facehunter-s11-300x400.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a>Face Hunter</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que todo mundo quer estar e usar a moda, independente de proporções corporais. Lembra da sarouel? Da calça skinny? São peças complicadas mas que venderam horrores ainda mais com o aval de celebridades, it girls e demais “influenciadores”. Para boa parte das pessoas, estilo pessoal significa “usar o que está na moda”, sem refletir muito sobre individualidade e adequação.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/glamour06.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54280" title="glamour06" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/glamour06-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a>Glamour UK</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para terminar, proponho um desafio: feche os olhos e faça uma lista de 10 peças de roupa que você gosta. Agora, pense se suas 10 últimas compras foram baseadas nesses favoritos ou impulsionadas pelas vitrines, revistas, famosas, amigas ou vendedoras alegando que era o look do momento? No final, quem venceu?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/sartorialist-s11.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-54282" title="sartorialist-s11" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/08/sartorialist-s11-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a><strong>The Sartorialist</strong></p>
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		<title>A Indústria da Moda É Responsável? – Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 15:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[grandes nomes]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[outono/inverno 2011-12]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando escrevi um Direções com esse título há quase um ano estava indignada por a mídia eleger um mendigo chinês como ícone de estilo, os escândalos sexuais envolvendo o fotógrafo Terry Richardson e a exploração da Tevi Gevinson. Durante a última semana, com os acontecimentos surreais da temporada de desfiles de Paris, fiquei pensando em fazer outra coluna com o mesmo título e convidar nossos leitores a debater essa delicada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando escrevi um <a href="http://www.modalogia.com/2010/03/30/a-industria-da-moda-e-responsavel-%E2%80%93-por-mirela-lacerda/" target="_blank">Direções</a> com esse título há quase um ano estava indignada por a mídia eleger um mendigo chinês como ícone de estilo, os escândalos sexuais envolvendo o fotógrafo Terry Richardson e a exploração da Tevi Gevinson. Durante a última semana, com os acontecimentos surreais da temporada de desfiles de Paris, fiquei pensando em fazer outra coluna com o mesmo título e convidar nossos leitores a debater essa delicada questão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/john-galliano05.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-46277" title="john-galliano05" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/john-galliano05-274x400.jpg" alt="" width="274" height="400" /></a><strong>John Galliano &#8211; outono/inverno 2011-12</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Li ótimos artigos do Colin McDowell no <a href="http://www.businessoffashion.com/2011/03/colins-column-what-is-wrong-with-haute-couture-and-fashion-today.html" target="_blank">BoF</a>, da Cathy Horyn no <a href="http://www.nytimes.com/2011/03/09/fashion/09REVIEW.html?ref=fashion" target="_blank">NYTimes</a> e no <a href="http://www.wwd.com/fashion-news/is-fashion-breeding-addiction--3546879?module=most_emailed" target="_blank">WWD</a> sobre os recentes episódios envolvendo <a href="http://www.modalogia.com/?s=john+galliano" target="_blank">John Galliano </a>e sua demissão da <a href="http://www.modalogia.com/?s=dior" target="_blank">Dior</a>, os rumores sem fim sobre a saída de <a href="http://www.modalogia.com/?s=stefano+pilati" target="_blank">Stefano Pilati </a>da YSL, <a href="http://www.modalogia.com/?s=hannah+mcgibbon" target="_blank">Hannah McGibbon</a>, da Chloé, entre outros, e a ausência misteriosa de <a href="http://www.modalogia.com/?s=christophe+decarnin" target="_blank">Christophe Decarnin</a> no fim do desfile da Balmain. Todos questionam a responsabilidade da indústria e a pressão que os estilistas sofrem para criar sucessos de vendas quase interruptamente e a permissividade em relação ao uso de substâncias ilícitas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/balmain19.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-46278" title="balmain19" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/balmain19-274x400.jpg" alt="" width="274" height="400" /></a><strong>Balmain &#8211; outono/inverno 2011-12</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que a pressão profissional acontece em todas as funções – do presidente de uma grande empresa a um motorista de ônibus numa cidade de trânsito caótico – e o abuso de drogas, álcool, remédios etc nem de longe é exclusividade da moda. Porém, o X da questão está na exposição que os envolvidos com a moda sofrem. Estilistas e editores viraram estrelas da internet, da TV, das revistas e da mídia em geral e seus passos são seguidos detalhadamente assim como o das celebridades de Hollywood. Qualquer pequeno deslize ganha uma dimensão anormal. Só para comparar, nem Mark Zuckerberg é tão exposto quanto um Marc Jacobs, por exemplo (mesmo com um filme controverso sobre a criação do Facebook!).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/dior011.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-46279" title="dior01" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/dior011-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><strong>Pré-fall 2011 da Dior</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todo esse frenesi sobre a moda só prejudica a própria indústria. Como? Diante da necessidade de produzir desfiles-show, campanhas de impacto e, em média seis coleções anuais com extremo sucesso comercial, além de linhas secundárias, de acessórios e de cosméticos se perdeu a razão de ser da própria moda, ou seja, a roupa. Quem liga para o valor da construção e modelagem de uma peça, quem valoriza um vestido como um real produto de design quando se está sempre em busca do “the next big thing”? Que a criatividade dos estilistas está cada vez mais a serviço do business não há dúvidas. Muitos alegam que é a demanda do consumidor que obriga o modo de produção frenético mas poucos pararam para se perguntar se é isso mesmo que os clientes querem e esperam de uma marca.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/christian-dior03.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-46280" title="christian-dior03" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2011/03/christian-dior03-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><strong>Alta-costura primavera 2011 da Dior</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, no fim das contas, a indústria não prejudique seus funcionários, mas ela mesma, numa escala muito maior e de proporções ainda imprevisíveis. Talvez a moda não tenha que salvar John Galliano, Christophe Decarnin etc porque é a própria moda a grande vítima de sua irresponsabilidade por negligenciar o que tem de mais especial. E agora, quem vai salvá-la?</p>
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		<title>Retrospectiva de uma Década Fast Fashion</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 12:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira década do século XXI terminou em ritmo super acelerado. Em 10 anos, escapamos para vários países e várias décadas, ficamos obcecadas pelo estilo das celebridades, desejamos it bags e jeans premium, customizamos nossas roupas, garimpamos peças vintage em brechós, aprendemos a consumir moda online e nos acostumamos a acompanhar desfiles ao vivo, a fazer mil posts em blogs e a não deixar escapar uma noticiazinha no Twitter. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A primeira década do século XXI terminou em ritmo super acelerado. Em 10 anos, escapamos para vários países e várias décadas, ficamos obcecadas pelo estilo das celebridades, desejamos it bags e jeans premium, customizamos nossas roupas, garimpamos peças vintage em brechós, aprendemos a consumir moda online e nos acostumamos a acompanhar desfiles ao vivo, a fazer mil posts em blogs e a não deixar escapar uma noticiazinha no Twitter. Se você acha que tudo aconteceu muito rápido, tem razão. Então, para refrescar a memória, fiz um apanhado do que foi mais relevante nos últimos anos, bem ao estilo “você se lembra”?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/louis-vuitton.jpg"><img class="size-medium wp-image-18956  aligncenter" title="louis vuitton" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/louis-vuitton-280x350.jpg" alt="louis vuitton" width="280" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Campanha de primavera 2002 da Louis Vuitton, a 1a após os ataques de 11/09: inspiração nos contos de fada</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/mac-hellokitty.jpg"><img class="size-medium wp-image-18957  aligncenter" title="mac-hellokitty" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/mac-hellokitty-239x350.jpg" alt="mac-hellokitty" width="239" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coleção M.A.C Hello Kitty</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ano 2000 começou maximalista (em oposição aos minimalistas anos 90) e ameaçando uma releitura dos 80. Porém, depois do 11 de setembro, o <strong>Escapismo</strong> (a macro-tendência da década) se instalou em nossas vidas, com excessivas visitas aos 70’s e viagens para lugares exóticos da Ásia, África, América, Oceania e até Europa: Índia, México, Peru, Taiti, Marrocos&#8230;quanta vontade de fugir! Fugimos também de volta à infância, colecionando <strong>toy art</strong>, usando camisetas de personagens de desenhos animados e comprando <strong>Hello Kittys</strong> e outros brinquedos icônicos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/sexcity2.jpg"><img class="size-medium wp-image-18958  aligncenter" title="sexcity2" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/sexcity2-231x350.jpg" alt="sexcity2" width="231" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Sex and the City&#8221; e os figurinos de Patricia Field lançaram moda</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/elle-cover-set09.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-18959" title="elle cover set09" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/elle-cover-set09-255x350.jpg" alt="elle cover set09" width="255" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bazaar-cover-mar08.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-18960" title="bazaar cover mar08" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bazaar-cover-mar08-254x350.jpg" alt="bazaar cover mar08" width="254" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/vogue-cover-set07.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-18961" title="vogue cover set07" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/vogue-cover-set07-243x350.jpg" alt="vogue cover set07" width="243" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/vogue-cover-nov09.jpg"><img class="size-medium wp-image-18963  aligncenter" title="vogue cover nov09" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/vogue-cover-nov09-263x350.jpg" alt="vogue cover nov09" width="263" height="350" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jennifer Aniston, Lindsay Lohan, Sienna Miller, Nicole, Marion, Penelope e Kate: as estrelas na moda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Também babamos pelo figurino de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte e idolatramos Manolos e Jimmy Choos. <strong>“Sex and the city”</strong> lançou moda como há muito tempo não se via na TV. <strong>Sarah Jessica Parker</strong> virou ícone de estilo impulsionada por uma mídia que cada vez mais cultuava celebridades. Foi definitivamente o fim das supermodels, que foram substituídas por atrizes e cantoras em capas de revista e nas campanhas das grandes marcas. Isso quando não decidiam lançar sua própria linha de roupas!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-hermes-birkin.jpg"><img class="size-full wp-image-18966  aligncenter" title="bolsa hermes birkin" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-hermes-birkin.jpg" alt="bolsa hermes birkin" width="265" height="200" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-chloe.jpg"><img class="size-full wp-image-18965  aligncenter" title="bolsa chloe" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-chloe.jpg" alt="bolsa chloe" width="245" height="200" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-louis-vuitton.jpg"><img class="size-full wp-image-18967  aligncenter" title="bolsa louis vuitton" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-louis-vuitton.jpg" alt="bolsa louis vuitton" width="163" height="200" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-balenciaga.gif"><img class="size-full wp-image-18964  aligncenter" title="bolsa balenciaga" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bolsa-balenciaga.gif" alt="bolsa balenciaga" width="153" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Birkin da Hermès, Paddington da Chloé, LV by Takashi Murakami e a Lariat da Balenciaga: ícones</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/ysl-f06-ad.jpg"><img class="size-medium wp-image-18968  aligncenter" title="ysl-f06 ad" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/ysl-f06-ad-208x350.jpg" alt="ysl-f06 ad" width="208" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>As bolsas ganharam destaque também nas campanhas das grandes grifes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foram elas também que propagaram a febre das it-bags ao serem fotografadas usando <strong>Birkins, Kellys, Paddingtons</strong> e demais modelos batizados com nomes que estavam por toda a internet. O fenômeno, que tornou os acessórios mais importantes do que as roupas, não aconteceu à toa. Com a consagração dos conglomerados de luxo dominando a moda, estratégias de marketing foram montadas para estimular o consumo das grifes. E quem não podia pagar por um vestido, comprava uma bolsa ou um sapato e exibia orgulhosamente sua aquisição.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/f08-balenciaga.jpg"><img class="size-medium wp-image-18969  aligncenter" title="f08 balenciaga" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/f08-balenciaga-233x350.jpg" alt="f08 balenciaga" width="233" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/f08-prada.jpg"><img class="size-medium wp-image-18970  aligncenter" title="f08 prada" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/f08-prada-233x350.jpg" alt="f08 prada" width="233" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Balenciaga e Prada</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/mc-queen11.jpg"><img class="size-medium wp-image-18971  aligncenter" title="mc-queen11" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/mc-queen11-240x350.jpg" alt="mc-queen11" width="240" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/s07-hussein14.jpg"><img class="size-medium wp-image-18972  aligncenter" title="s07 hussein14" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/s07-hussein14-233x350.jpg" alt="s07 hussein14" width="233" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>McQueen e Chalayan</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/thakoon01.jpg"><img class="size-medium wp-image-18973  aligncenter" title="thakoon01" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/thakoon01-240x350.jpg" alt="thakoon01" width="240" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/basso-brooke06.JPG"><img class="size-medium wp-image-18974  aligncenter" title="basso-brooke06" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/basso-brooke06-240x350.jpg" alt="basso-brooke06" width="240" height="350" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Thakoon, Basso &amp; Brooke&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/erdem05.JPG"><img class="size-medium wp-image-18975  aligncenter" title="erdem05" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/erdem05-240x350.jpg" alt="erdem05" width="240" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/aquilano-rimondi06.jpg"><img class="size-medium wp-image-18976  aligncenter" title="aquilano-rimondi06" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/aquilano-rimondi06-240x350.jpg" alt="aquilano-rimondi06" width="240" height="350" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Erdem e Aquilano.Rimondi: novos talentos com apoio da indústria</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bazaar-marc1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18977  aligncenter" title="bazaar-marc1" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/bazaar-marc1-273x350.jpg" alt="bazaar-marc1" width="273" height="350" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Marc Jacobs: o rei da década</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As bolsas, no entanto, não tiraram totalmente a atenção das passarelas e de nomes como <strong>Nicolas Ghesquière</strong>, que ressuscitou a <strong>Balenciaga,</strong> <strong>Miuccia Prada</strong>, e suas coleções cada vez mais surpreendentes na <strong>Prada</strong> e na <strong>Miu Miu, </strong>do já saudoso <strong>Alexander McQueen</strong>, em vôo solo após a saída da Givenchy (agora brilhando com <strong>Riccardo Tisci)</strong>, <strong>Hussein Chalayan</strong> e o uso da tecnologia a serviço da moda e <strong>Stella McCartney</strong>, introduzindo o eco-chique. É claro que o rei da década é <strong>Marc Jacobs</strong>, tanto em sua marca quanto na <strong>Louis Vuitton</strong>, onde as bolsas assinadas por artistas pop garantiram seu status de celebridade. Perdemos <strong>Tom Ford</strong> na <strong>Gucci</strong> e na <strong>Yves Saint Laurent</strong>, em 2004, mas ele virou perfumista, designer de óculos, criador de uma linha hiper exclusiva de roupas masculinas e até diretor de cinema! Em setembro deste ano ele voltou com tudo para a moda feminina e mostrou todo seu poder ao restringir o número de convidados e não liberar fotos de seu desfile. Londres bateu o pé como principal celeiro de novos talentos, que por sinal ganharam concursos mundo afora para apoiá-los. <strong>Fashion Fringe</strong> na Inglaterra, <strong>Vogue Fashion Fund</strong> nos EUA e <strong>Who’s Next </strong>na Itália contribuíram para dar voz a uma nova geração de estilistas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/cavalli-hm-ad.jpg"><img class="size-full wp-image-18979  aligncenter" title="cavalli-h&amp;m ad" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/cavalli-hm-ad.jpg" alt="cavalli-h&amp;m ad" width="290" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Campanha de Roberto Cavalli para H&amp;M</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/topshop-kate-s09.8.jpg"><img class="size-medium wp-image-18980  aligncenter" title="topshop-kate-s09.8" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/topshop-kate-s09.8-350x295.jpg" alt="topshop-kate-s09.8" width="350" height="295" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>E Kate para Topshop</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/diesel-ad-s08.jpg"><img class="size-full wp-image-18981  aligncenter" title="diesel ad-s08" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/diesel-ad-s08.jpg" alt="diesel ad-s08" width="290" height="189" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Diesel e uma de suas bem-humoradas campanhas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta era de democratização da moda, o troféu vai para as redes de fast fashion. <strong>Zara, Topshop e H&amp;M</strong> mostraram que o hi-lo era possível, principalmente após convidarem <strong>K</strong><strong>arl Lagerfeld, Vitor &amp; Rolf, Rei Kawakubo, Roberto Cavalli, Alber Elbaz e Kate Moss,</strong> entre outros, para criarem linhas especiais, unindo design a preços super convidativos. Quem foi alçado ao posto de item de luxo, porém, foi o jeans, ou melhor o premium jeans. A peça mais básica do guarda-roupa passou a ser fabricada por marcas que investiam em modelagem, lavagens, tingimentos e cortes diferenciados. <strong>Seven, Hudson, Paper, Citizens of Humanity, Diesel</strong>&#8230; a lista é tão grande quanto a oferta de modelos a custos inflacionados.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/06/animale.jpg"><img class="size-medium wp-image-8275  aligncenter" title="animale" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/06/animale-231x350.jpg" alt="animale" width="231" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/06/isabela.jpg"><img class="size-medium wp-image-8346  aligncenter" title="isabela" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/06/isabela-231x350.jpg" alt="isabela" width="231" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Animale e Isabela Capeto: marcas cariocas ganhando o Brasil</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/06/osklen03.jpg"><img class="size-medium wp-image-7898  aligncenter" title="osklen03" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/06/osklen03-231x350.jpg" alt="osklen03" width="231" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/09/carlos-miele01.jpg"><img class="size-medium wp-image-12855  aligncenter" title="carlos-miele01" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/09/carlos-miele01-240x350.jpg" alt="carlos-miele01" width="240" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Osklen e Carlos Miele: do Brasil para o mundo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil, passamos por um período de crescimento e expansão. Nossos estilistas tornaram-se conhecidos internacionalmente, abrindo até lojas no exterior. O Morumbi Fashion virou São Paulo Fashion Week e a Semana Barra Shopping, Fashion Rio. Os novos talentos tiveram o apoio do Rio Moda Hype, do Amni Hot Spot e da Casa dos Criadores para se divulgarem. A moda carioca espalhou-se pelo país com Isabela Capeto e Animale, entre outras, além das fast-fashion Farm e Espaço Fashion. Osklen, Carlos Miele e Rosa Chá fazem sucesso também além-mar, com lojas no exterior.Vimos outras semanas de moda serem criadas fora do eixo Rio- SP e também a chegada das grifes de luxo internacionais, sobretudo nos shoppings paulistas. A moda brasileira ganhou identidade e gerou curiosidade, com promessas de ampliar cada vez mais seu mercado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/victoria2007.jpg"><img class="size-medium wp-image-18982  aligncenter" title="victoria2007" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/victoria2007-233x350.jpg" alt="victoria2007" width="233" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/08/sienna-miller-gucci.jpg"><img class="size-medium wp-image-9492  aligncenter" title="sienna miller-gucci" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/08/sienna-miller-gucci-233x350.jpg" alt="sienna miller-gucci" width="233" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/blake-lively-shoulder.jpg"><img class="size-medium wp-image-18984  aligncenter" title="blake lively-shoulder" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/12/blake-lively-shoulder-233x350.jpg" alt="blake lively-shoulder" width="233" height="350" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/09/agyness-alexa.jpg"><img class="size-medium wp-image-13440  aligncenter" title="agyness-alexa" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2009/09/agyness-alexa-233x350.jpg" alt="agyness-alexa" width="233" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Victoria Beckham, Sienna Miller, Blake Kively, Agyness Deyn e Alexa Chung: celebridades ditando estilo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Do étnico ao bling-bling do hip hop, do vintage ao futurismo, dos conglomerados aos novos talentos, a moda nesta década cresceu e apareceu, saindo de um segmento de mercado para ganhar a indústria do entretenimento. O que esperar para os próximos anos? A associação cada vez mais forte com a tecnologia e as redes sociais. Prepare-se para o boom do e-commerce e do m-commerce, além do crescimento do Facebook como aplicativo de compras. Com certeza, no fim da década estaremos consumindo de formas ainda mais inusitadas!</p>
<p style="text-align: justify;">Ps: este post foi originalmente publicado em dezembro de 2009, mas como oficialmente a década termina agora, resolvi republicá-lo, com algumas atualizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Veja na seção </em><a href="http://www.modalogia.com/servicos/" target="_blank"><em>Serviços </em></a><em>os tipos de Relatórios de Tendências e Treinamentos do </em><a href="http://www.modalogia.com/servicos/" target="_blank"><em>MODALOGIA </em></a><em>que se encaixam no perfil da sua empresa e entre em contato pelo </em><a href="comercial@modalogia.com.br " target="_blank"><em>comercial@modalogia.com.br</em></a></strong></p>
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		<title>Crowdsourcing: Todo Poder ao Consumidor</title>
		<link>http://www.modalogia.com/2010/12/16/crowdsourcing-todo-poder-ao-consumidor/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 01:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de moda]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo sabe que o consumidor é rei e que um dos mantras do varejo atual é não tentar enrolá-lo, já que o cliente está altamente informado e decidido na hora de fazer uma compra. Com tanta segurança e propriedade por parte dele parece que o papel do varejista é quase apenas o de expor e disponibilizar o produto. Aliás, se o consumidor pudesse decidir quantos produtos seriam apresentados, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todo mundo sabe que o consumidor é rei e que um dos mantras do varejo atual é não tentar enrolá-lo, já que o cliente está altamente informado e decidido na hora de fazer uma compra. Com tanta segurança e propriedade por parte dele parece que o papel do varejista é quase apenas o de expor e disponibilizar o produto. Aliás, se o consumidor pudesse decidir quantos produtos seriam apresentados, em que tipos de formato, cores e até embalagens seria melhor ainda, não?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/brandalley.jpg"><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-42417" title="brandalley" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/brandalley-400x208.jpg" alt="" width="400" height="208" /></strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O The Lab do BrandAlley</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade já existe um movimento assim, dando poder total ao cliente e deixando ele interferir no inventário e até na produção. É o <strong>Crowdsourcing,</strong> termo criado por Jeff Howe em um artigo para a revista Wired em 2006. Significa tarefas tradicionalmente feitas por empregados ou prestadores de serviços passarem para as mãos de uma comunidade, que decide como lidar com a questão. Traduzindo para a moda: estilistas expõem suas criações para o consumidor, que escolhe antes das peças serem produzidas quais ele quer comprar. Não há risco de perda de estoque e portanto a economia é enorme. No fim, criador e cliente se aproximam, derrubam barreiras de distribuição e logística, e todos ficam felizes!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/threadless.jpg"><strong><img class="aligncenter size-medium wp-image-42416" title="threadless" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/threadless-400x234.jpg" alt="" width="400" height="234" /></strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Camisetas do Threadless</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O modelo é perfeito para novos designers que ainda não podem bancar lojas. Uma das iniciativas mais bem-sucedidas é o site<a href="http://www.threadless.com/" target="_blank"> Threadless</a>, fundado por Jake Nickell em 2000. A idéia era vender camisetas com os silks mais votados pelos usuários. Até hoje mais de 300 mil desenhos foram produzidos e os artistas recebem US$ 2.500 quando suas criações são escolhidas. O sucesso é tanto que há projetos de expansão internacional e variações para músicos e entidades filantrópicas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/styletrek.jpg"><strong><img class="size-medium wp-image-42414  aligncenter" title="styletrek" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/styletrek-400x234.jpg" alt="" width="400" height="234" /></strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>StyleTrek</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outros exemplos voltados para a moda são os sites <a href="http://www.styletrek.com/" target="_blank">StyleTrek, </a>que tanto procura estilistas emergentes quanto aceita o cadastro de novos talentos, o e-tailer <a href="http://www.brandalley.co.uk/" target="_blank">BrandAlley</a>, que inaugura em janeiro de 2011 a seção Le Lab para os internautas votarem nas criações que serão produzidas a partir de croquis de alunos do l’Institut Français de la Mode e outras instituições, e o <a href="http://www.fashionstake.com/signup" target="_blank">FashionStake</a>, que surgiu em Harvard, onde uma aluna de MBA teve a idéia de colocar online peças de novos talentos que não encontrava em lugar nenhum. Cada empresa acha sua própria forma de financiamento, seja através de pré-pedidos dos consumidores ou por porcentagens do que é vendido. O que importa mesmo é ver o leque de possibilidades de abrindo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/fashionstake.jpg"><img class="size-medium wp-image-42415  aligncenter" title="fashionstake" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/12/fashionstake-400x237.jpg" alt="" width="400" height="237" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>FashionStake</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se até aqui você achou a iniciativa legal mas restrita a empreendedores e novos talentos, prepare-se  para ver o crowdsourcing atuando em empresas mais do que estabelecidas. Nike, Ked’s e até a Bloomingdale’s já experimentaram a tendência e tiveram bons resultados. A prova que a iniciativa é a cara da nova década veio de <a href="http://www.modalogia.com/2010/10/27/derek-lam-cria-para-o-ebay/" target="_blank">Derek Lam</a>, que anunciou que fará uma parceria com o eBay mas apenas produzirá as peças mais votadas pelos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já que tanto se discute sobre as mudanças rápidas e radicais que a moda está passando, será que em breve vamos poder escolher o que grandes marcas vão colocar nas passarelas? E o que  vai do desfile para as araras? O consumidor virou não só rei, mais um verdadeiro imperador&#8230;</p>
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		<title>A Tecnologia Está na Moda – Por Mirela Lacerda</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 19:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[grandes nomes]]></category>
		<category><![CDATA[moda e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, as lojas de Ralph Lauren na Madison Avenue, em Manhattan, e na Bond Street, em Londres, foram palco de um dos eventos do ano.  A apresentação em “4D” para celebrar 10 anos da marca no mundo digital foi muito além de um espetáculo tecnológico. Quem estava lá assistiu a projeção em 3D nas fachadas das lojas de um desfile onde portas e janelas se abriam, ícones da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na semana passada, as lojas de <a href="http://www.modalogia.com.br/index.php?s=ralph+lauren" target="_blank">Ralph Lauren</a> na Madison Avenue, em Manhattan, e na Bond Street, em Londres, foram palco de um dos eventos do ano.  A apresentação em “4D” para celebrar 10 anos da marca no mundo digital foi muito além de um espetáculo tecnológico. Quem estava lá assistiu a projeção em 3D nas fachadas das lojas de um desfile onde portas e janelas se abriam, ícones da marca apareciam e, no final, o aroma do perfume Polo inebriava o ar (ou seja, a 4ª dimensão). Quem não viu ainda, pode conferir aqui embaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="325" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=16722030&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="325" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=16722030&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vimeo.com/16722030">The Official Ralph Lauren 4D Experience &#8211; New York</a> from <a href="http://vimeo.com/ralphlauren4d">Ralph Lauren</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O que este espetáculo digno de James Cameron e seu “Avatar” deixa para a indústria é um recado bem claro: quem não explorar as várias possibilidades da tecnologia a partir de agora já era. Neste sentido, a Ralph Lauren sempre foi pioneira: a grife já pensava em branding há mais de 40 anos quando seu fundador resolveu criar um universo que retratava o clima da aristocracia inglesa. Com o passar o tempo, o mix de produtos se multiplicou e hoje são 23 linhas, que vão da Polo à Ralph Lauren Collection, passando pela Home e pelos famosos perfumes. Quando o e-commerce foi criado em 2000, a maioria das etiquetas de luxo mal tinha site. Há alguns anos, uma tecnologia foi desenvolvida possibilitando que a compra fosse efetivada pela vitrine da loja, utilizando o celular, de novo, muito antes do m-commerce virar a nova fronteira do consumo.  Hoje, a RL sabe que seu consumidor está tanto on quanto off-line e que é preciso envolvê-lo por todos os canais, por isso, segundo David Lauren, filho de Ralph e vice-presidente da empresa, o que a marca faz é merchantainment = merchandising + entertainment.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/11/rl-tennisclinic.jpg"><img class="size-medium wp-image-40945  aligncenter" title="rl-tennisclinic" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/11/rl-tennisclinic-400x193.jpg" alt="" width="400" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quer aprender a jogar tênis? No site <a href="http://www.legendsclinic.com/?&amp;ab=int_091310_RLMAG_VENUSLEGENDSCLINIC_WATCHNOW" target="_blank">legendsclinic.com</a>, os campeões de tênis, que são patrocinados pela RL te ensinam</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que uma ação como este espetáculo de projeção custou o mesmo que um filme de Hollywood e a gente sabe que é preciso muito poder para fazê-la, mas o que pode ser tirado como lição aqui? Simples. O uso de qualquer tecnologia que aguce os sentidos é absolutamente fundamental para uma marca se posicionar bem no mercado. As <a href="http://www.modalogia.com/2010/05/03/5-estrategias-de-marketing-para-a-nova-decada-%E2%80%93-por-mirela-lacerda/" target="_blank">redes sociais como ferramentas de comunicação já estão disseminadas, os aplicativos para smartphones já não são novidade</a> e até os QR codes (permitem que a câmera do celular leia um código que se transforma em conteúdo) já são encontrados em publicidades e editoriais impressos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/11/rl-magazine.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-40944" title="rl-magazine" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/11/rl-magazine-400x227.jpg" alt="" width="400" height="227" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A RL Magazine é uma revista online que divulga o lifestyle de luxo da grife</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O desafio está lançado: como conquistar um consumidor cada vez mais cético? Que tal pensar em “4D” e colocar a palavra experiência no topo das prioridades? O marketing sensorial muito em breve não vai existir sem uma ajuda tecnológica. E quando isso acontecer, o céu é, literalmente, o limite. Por enquanto, ainda dividimos o mundo em real e virtual, porém, depois de assistir o vídeo aí de cima você ainda acredita que eles vão continuar sendo tão distintos?</p>
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		<title>O Luxo na Moda Infantil – Por Mirela Lacerda</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 17:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
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		<category><![CDATA[luxo]]></category>
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		<description><![CDATA[Num mundo em que filhos de celebridades viram “ícones de estilo” e as mães famosas como Katie Holmes se orgulham de dizer que sua filha é quem decide o que ela veste não é de se espantar que a indústria da moda esteja cada vez mais dedicada às linhas infantis. Os filhos de famosos reafirmam uma tendência que também atinge os pais “normais”, frutos de uma geração em que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Num mundo em que filhos de celebridades viram “ícones de estilo” e as mães famosas como <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=katie+holmes" target="_blank">Katie Holmes</a> se orgulham de dizer que sua filha é quem decide o que ela veste não é de se espantar que a indústria da moda esteja cada vez mais dedicada às linhas infantis. Os filhos de famosos reafirmam uma tendência que também atinge os pais “normais”, frutos de uma geração em que o consumo está intrinsecamente ligado ao “ser”, ou seja, o indivíduo acaba sendo definido pelas marcas que compra.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/kate-suricruise.jpg"><img class="size-medium wp-image-40345  aligncenter" title="kate-suricruise" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/kate-suricruise-266x400.jpg" alt="" width="266" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Katie com a mini ícone de estilo, Suri Cruise</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, esses mesmos pais e mães passam muito tempo fora de casa e para compensar a distância dos filhos e o sentimento de culpa não pensam duas vezes em presenteá-los com brinquedos, roupas e tudo mais que pedirem. Assim, está montado o cenário ideal para a indústria oferecer roupas e acessórios impregnados do conceito de luxo, num segmento que já representa 5% do setor e deve crescer mais do que qualquer outro nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/chloe-kids.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-40343" title="chloe-kids" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/chloe-kids.jpg" alt="" width="281" height="375" /></a><strong><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/baby-dior.jpg"></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/fendi-kids.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-40340" title="fendi-kids" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/fendi-kids.jpg" alt="" width="257" height="376" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Campanha da Chloé Kids e desfile da Baby Fendi no Pitti Bambini, em Florença</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Então, as mamães clientes da <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=gucci" target="_blank">Gucci,</a> <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=fendi" target="_blank">Fendi,</a> <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=burberry" target="_blank">Burberry</a> etc podem sair da loja levando também peças da Gucci Baby, Baby Fendi, Burberry Kids, Chloé Kids, D&amp;G Junior,<a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=ralph+lauren" target="_blank"> Ralph Lauren</a> Childrenswear, Baby Dior e, a partir de 3 de novembro, Stella McCartney Kids. Aqui no Brasil, temos a <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=maria+bonitinha" target="_blank">Maria Bonitinha</a>, da Maria Bonita, a <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=f%C3%A1bula" target="_blank">Fábula</a>, da Farm, a <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=mini+dress" target="_blank">Mini Dress</a>, da Dress To, a Reserva Mini, da Reserva e a <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=filhotes" target="_blank">Filhotes</a> de Ronaldo Fraga, entre outros, seguindo a tendência. Apesar da maioria não ser classificada como luxo, os preços não estão muito distantes dos das etiquetas internacionais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/baby-dior.jpg"><strong><img title="baby-dior" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/baby-dior.jpg" alt="" width="328" height="180" /></strong></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Campanha da Baby Dior</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E nem precisa falar que as peças costumam ser mini versões das peças adultas, principalmente com a repetição de estampas, para mãe e filhas, e pais e filhos saírem “combinando”. É sempre bom lembrar que, dependendo da idade da criança, ela vai ser um forte influenciador e até mesmo um decisor da compra. Por isso buscar diferenciais para conquistá-las é imperativo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/rlgang.jpg"><img title="rlgang" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/rlgang-400x291.jpg" alt="" width="400" height="291" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A gangue da Ralph Lauren</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo é a campanha online da Ralph Lauren Childrenswear. Batizada de <a href="http://www.ralphlauren.com/shop/index.jsp?categoryId=4357818" target="_blank">“The RL Gang”</a>, o site exibe um livro virtual onde os personagens vestem, obviamente, Ralph Lauren. A história, narrada por Harry Connick Jr., se passa durante o primeiro dia de aula e oito crianças reais interagem entre si, enquanto o cliente pode clicar sobre as peças e comprá-las online. As crianças assistem ao filme e se identificam com as personagens enquanto os pais já podem efetivar a compra em poucos cliques.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/rlgang.jpg"></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/stella-kids.jpg"><img class="size-medium wp-image-40341  aligncenter" title="stella-kids" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/stella-kids-400x281.jpg" alt="" width="400" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Modelos da nova linha infantil de Stella McCartney</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro bom exemplo é a linha de <a href="http://www.modalogia.com/index.php?s=stella+mccartney" target="_blank">Stella Mccartney</a>, que tomou forma após uma bem-sucedida parceria com a GAP. Aqui, o foco principal é na identificação com as mães, que vêem na estilista, logo, logo mãe de quatro filhos, uma referência de mulher moderna, que se divide entre família e trabalho.  No <a href="http://www.stellamccartneykids.com/" target="_blank">site da grife,</a> um vídeo preview mostra que os produtos são tão cool quanto os da marca principal e possuem um atrativo a mais: os preços. Nada de valores exorbitantes, pois como cidadã consciente, Stella queria peças acessíveis, atemporais, de boa qualidade e que possam ser repassadas a novas gerações. Alguma dúvida que já nascem objetos de desejo?</p>
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		<title>Como Trabalhar as Tendências da Primavera/Verão 2011? – Por Mirela Lacerda</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 15:15:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Desfiles]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing de moda]]></category>
		<category><![CDATA[primavera/verão 2011]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma temporada internacional de desfiles terminou e com ela uma série de questões sobre o futuro da indústria. Como sempre, nesta coluna-balanço não falo das tendências sazonais mas dos comportamentos predominantes que vão tanto influenciar coleções quanto desejos do consumidor por pelo menos um ano. Então, é hora de prestar atenção nos seguintes conceitos: O desfile da Burberry transmitido ao vivo e um croqui da coleção de Tom Ford, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais uma temporada internacional de desfiles terminou e com ela uma série de questões sobre o futuro da indústria. Como sempre, nesta coluna-balanço não falo das tendências sazonais mas dos comportamentos predominantes que vão tanto influenciar coleções quanto desejos do consumidor por pelo menos um ano. Então, é hora de prestar atenção nos seguintes conceitos:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/09/burberry-prorsum14.jpg"><img class="size-medium wp-image-38734  aligncenter" title="burberry-prorsum14" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/09/burberry-prorsum14-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/09/ford-sketch01.jpg"><img class="size-full wp-image-38364  aligncenter" title="ford-sketch01" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/09/ford-sketch01.jpg" alt="" width="258" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O desfile da Burberry transmitido ao vivo e um croqui da coleção de Tom Ford, uma imagem &#8220;teaser&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Calendário Fast Forward:</strong> ninguém questiona mais como a internet mudou a relação do consumidor com a moda. Com o sucesso das transmissões ao vivo, algumas marcas foram além e passaram a oferecer peças das passarelas para compra e entrega em menos de dois meses. O melhor exemplo é o da<a href="http://www.modalogia.com/2010/09/22/lfw-primaveraverao-2011marios-schwab-jonathan-saunders-burberry-clements-e-issa/" target="_blank"> Burberry</a>, que cumpriu todas as etapas aí de cima. Como estratégia de marketing, em tese tudo é lindo, mas a realidade é um pouco diferente: será que criar pensando na venda imediata não compromete os produtos pois tecidos, acabamentos e aplicações podem ser sacrificados? E a cliente que receber a peça antes do fim de 2010 vai ter curiosidade para conferir e comprar a coleção quando ela chegar nas lojas no início de 2011? Será que este imediatismo não vai comprometer a compra, afinal quando as peças chegam na vitrine elas já foram incansavelmente reproduzidas em sites, blogs e usadas por várias celebridades? Aí entra <a href="http://www.modalogia.com/2010/09/14/tom-ford-vai-revolucionar-a-moda-por-mirela-lacerda/" target="_blank">Tom Ford</a> com sua força de subverter nossas crenças, não permitir fotos durante o desfile e só liberar as peças para o uso a partir de dezembro. Ele pode ter sido muito radical, mas os extremos (Burberry x Ford) nos obrigam a discutir um meio termo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/chanel38.jpg"><img class="size-medium wp-image-39377  aligncenter" title="chanel38" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/chanel38-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/balenciaga15.jpg"><img class="size-medium wp-image-39523  aligncenter" title="balenciaga15" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/balenciaga15-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Inés de la Fressange na Chanel e Carolyn Murphy na Balenciaga</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>3Ms ou Moda para Mulheres Maduras:</strong> todo mundo já está cansado de saber que a <a href="http://www.modalogia.com/2010/08/19/tendencia-sutias-pontudos/" target="_blank">estação passada</a> trouxe de volta as modelos curvilíneas, sinalizando o alvo em consumidoras “reais”. Nesta temporada as curvas não são o centro das atenções porém o recado é claro: a moda agora se volta para mulheres e não meninas. Traduzindo: consumidoras com real poder de compra, seguras, independentes e com desejo de praticidade diante do cotidiano atribulado. Não é à toa que as perfeitas traduções deste conceito são Phoebe Philo para a <a href="http://www.modalogia.com/2010/10/03/semana-de-paris-primaveraverao-2011-celine-e-john-galliano/" target="_blank">Céline</a>, S<a href="http://www.modalogia.com/2010/10/04/semana-de-paris-primaveraverao-2011-stella-mccartney-e-emanuel-ungaro/" target="_blank">tella McCartney</a> e Hannah McGibbon para a <a href="http://www.modalogia.com/2010/10/05/semana-de-paris-primaveraverao-2011-valli-chloe-e-yves-saint-laurent/" target="_blank">Chloé,</a> o trio “espelho” da mulher contemporânea. A silhueta alongada, a volta dos midis e longos, peças clássicas e perfeitas para o trabalho estiveram em muitas passarelas, assim como modelos veteranas e com mais de 25 anos (dos rostos da <a href="http://www.modalogia.com/2010/09/30/semana-de-paris-primaveraverao-2011-balenciaga/" target="_blank">Balenciaga </a>à Inès de la Fressange na <a href="http://www.modalogia.com/2010/10/05/semana-de-paris-primaveraverao-2011-chanel/" target="_blank">Chanel</a>) que conectam-se diretamente ao novo público-alvo ideal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/emanuel-ungaro121.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39680" title="emanuel-ungaro12" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/emanuel-ungaro121-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/emanuel-ungaro13.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39681" title="emanuel-ungaro13" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/emanuel-ungaro13-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Clima descontraído e alegra na apresentação de estréia de Giles Deacon para Ungaro</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>- Be Happy:</strong> a crise econômica ainda está longe do fim e centenas de questões sobre mudanças de paradigmas estão no ar. Mesmo assim, nesses dois anos complicados esta foi a <a href="http://www.modalogia.com/tag/primaveraverao-2011/" target="_blank">estação</a> que proclamou a volta do otimismo sem medo, vide a quantidade de cores e estampas alegres nas passarelas. A mensagem é clara: consumidoras, comprem para ficarem mais felizes! O momento é ideal para criar coleções com temas bem leves, envolventes e divertidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong><em>Veja na seção Serviços os tipos de Relatórios e Treinamentos do MODALOGIA que se encaixam no perfil da sua empresa e entre em contato pelo comercial@modalogia.com.br</em></strong></strong></p>
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		<title>Anos 70: A Década que Nunca Sai de Moda – por Mirela Lacerda</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 18:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mirela Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direções]]></category>
		<category><![CDATA[Desfiles]]></category>
		<category><![CDATA[primavera/verão 2011]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[A temporada internacional de desfiles para a primavera/verão 2011 ainda nem acabou mas uma tendência dominante já foi identificada em Nova York, Londres e Milão: a releitura dos anos 70. A década que representa liberdade, individualidade e também uma certa irresponsabilidade não cansa de ganhar revivals nos últimos 20 anos, o que sempre me leva a indagar: por que a moda adora os 70’s? Marc Jacobs e Jason Wu Em parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A temporada internacional de desfiles para a primavera/verão 2011 ainda nem acabou mas uma tendência dominante já foi identificada em <a href="http://www.modalogia.com/tag/new-york-fashion-week/" target="_blank">Nova York</a>, <a href="http://www.modalogia.com/tag/london-fashion-week/" target="_blank">Londres</a> e <a href="http://www.modalogia.com/tag/semana-de-moda-de-milao/" target="_blank">Milão</a>: a releitura dos anos 70. A década que representa liberdade, individualidade e também uma certa irresponsabilidade não cansa de ganhar revivals nos últimos 20 anos, o que sempre me leva a indagar: por que a moda adora os 70’s?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/09/marc-jacobs08.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-38442" title="marc-jacobs08" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/09/marc-jacobs08-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/jason-wu07.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39095" title="jason-wu07" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/jason-wu07-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Marc Jacobs e Jason Wu</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em parte pelo que está escrito no início do parágrafo. Quando pensamos nela, nos lembramos do movimento hippie, da ida das mulheres para o mercado de trabalho, da luta pelos direitos civis das minorias, da valorização do indivíduo e da idéia de que tudo era permitido e possível. O fim da década coroou o anarquismo dos punks e o glamour da era disco. Na virada dos anos 80, veio o fim da festa com o aparecimento da AIDS e a ganância dos yuppies.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, durante os 90’s, quem tinha vivido a infância e a juventude naquela década não se cansou de reinterpretar a fase disco e glamurizar o estilo hippie. Lembra das primeiras coleções de Tom Ford para a Gucci no clima “Embalos de sábado à noite” e do seu revival do hippie-chic com jeans bordados?</p>
<p style="text-align: justify;">No século XXI, logo após os atentados de 11 de setembro, as passarelas foram invadidas por florais boho, franjas, peças artesanais e tudo que lembrasse os anos “paz e amor”. Ao longo da década, mesmo com a concorrência pesada dos excessos dos anos 80, não faltaram releituras dos 70.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/gucci-95.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39093" title="gucci 95" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/gucci-95-270x400.jpg" alt="" width="270" height="400" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/gucci-s99.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39092" title="gucci s99" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/gucci-s99-263x400.jpg" alt="" width="263" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Coleções da Gucci e spring 95 e 99 com claras referências aos 70&#8242;s</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E agora, mais uma vez, eles voltam com força. Motivos não faltam: além do revival dos anos 90 (que embute a década indiretamente), a crise econômica que começou em 2008 ainda não foi embora. Na tentativa de deixá-la pra trás, a moda apela para o escapismo e para o glamour do período, sem tanto apelo hippie mas com foco na fluidez e numa silhueta mais alongada e elegante – uma oposição radical também ao que vivemos nas últimas temporadas e uma estratégia inteligente para forçar as mulheres a renovarem seus guarda-roupas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/emilio-pucci07.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39096" title="emilio-pucci07" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/emilio-pucci07-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/gucci01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39097" title="gucci01" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/gucci01-273x400.jpg" alt="" width="273" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pucci e Gucci</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, duas exposições em Paris podem ter tido forte influência nas inspirações dos criadores: a de <a href="http://www.modalogia.com/2010/03/09/exposicao-retrospectiva-de-yves-saint-laurent-em-paris/" target="_blank">Yves Saint Laurent</a> no Petit Palais, uma grande retrospectiva da carreira de um dos maiores estilistas do século XX e que visivelmente foi referência para várias coleções da temporada e a do museu Les Arts Decoratifs, chamada “<a href="http://www.modalogia.com/2010/04/06/retrospectiva-dos-anos-70-e-80-em-paris/" target="_blank">An Ideal History of Contemporary Fashion, Volume I</a>”, englobando peças inesquecíveis dos anos 70 e 80. Concluindo: o caso de amor com os 70’s não sai de moda nunca!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/ysl-1971.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-39094" title="ysl-1971" src="http://www.modalogia.com/wp-content/uploads/2010/10/ysl-1971-263x400.jpg" alt="" width="263" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yves Saint Laurent e suas modelos em 1971</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong><em>Veja na seção Serviços os tipos de Relatórios e Treinamentos do MODALOGIA que se encaixam no perfil da sua empresa e entre em contato pelo comercial@modalogia.com.br</em></strong></strong></p>
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