Próxima Parceria da H&M Pode Ser com a Lanvin

setembro 1, 2010 by Mirela Lacerda  
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Uma das melhores noticias do ano deve ser divulgada em breve: a Lanvin pode ser a próxima grife a lançar uma coleção para a H&M. Segundo o WWD, fontes do mercado afirmam que o projeto será anunciado na próxima semana. A rede sueca lançou recentemente uma campanha na internet com vídeos de possíveis estilistas, sem mostrar seus rostos. As apostas giravam entre Tomas Maier, da Bottega Veneta, e até Carolina Herrera! Mas vendo este aí de cima, não desconfiamos que é Alber Elbaz? Os vídeos podem ser acessados até dia 09 de setembro, quando provavelmente a empresa vai acabar com o mistério.

Só para relembrar, desde 2004 designers como Karl Lagerfeld, Stella McCartney, Rei Kawakubo e Roberto Cavalli vêm criando coleções especiais para a H&M que voam das prateleiras. A Lanvin, por sua vez já teve uma parceria com a Acne Jeans.

Crystal Renn Estrela Campanha da Chanel

agosto 23, 2010 by Marianna Eichenberg  
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Há algum tempo Karl Lagerfeld, estilista da Chanel, declarou defender as modelos magérrimas, porém parece que o kaiser mudou de opinião após conhecer a plus size Crystal Renn. A top que participou do desfile resort 2011 da grife, é agora estrela da campanha especial de reabertura da Maison em Nova York, ao lado de Baptiste Giabiconi.

A Moda na Época de Sua Reprodutibilidade Técnica – por Mirela Lacerda

julho 26, 2010 by Mirela Lacerda  
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Na faculdade de Comunicação, um dos primeiros filósofos que estudamos é Walter Benjamin. O alemão, famoso por integrar a Escola de Frankfurt, ficou conhecido por vários ensaios, entre eles “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica”. O ponto central desta teoria refere-se à destruição da “aura” que envolve as obras de arte a partir do momento em que elas são reproduzidas para uma sociedade de consumo de massa. Quando escreveu, ele refletiu sobre o impacto do cinema na perda desta aura, mas obviamente nem imaginava o que estava por vir com a TV e a internet.

Outro dia, revendo o documentário do “Valentino – O último imperador”, lembrei de Walter Benjamin e de sua teoria. O título do filme não poderia ser melhor. Valentino é mesmo “o último dos grandes”. Ele representava uma era da moda em que a relação estilista-roupa era completamente diferente. Como Yves Saint Laurent, Christian Dior, Balenciaga e tantos outros ícones, ele criava com o objetivo de deixar a mulher mais bonita. Da pesquisa ao produto final – tanto na alta-costura como no prêt-à-porter -, seu processo era puro, sofisticado e detalhista, e funcionava em um ritmo que não cabe mais nesta era de conglomerados e fast fashion.

A última coleção de prêt-à-porter do estilista, para a primavera 2008

Além disso, Valentino era o epítome de tudo que vendia: tinha uma vida absolutamente glamurosa, casas espalhadas pelo mundo, era cercado de pessoas lindas, ricas e cultas. Depois de se aposentar, no inicio de 2008, a grife passou por momentos confusos. Primeiro, Alessandra Facchinetti foi nomeada como sua substituta e ficou no posto por apenas duas temporadas. Seus ex-assistentes, Pier Paolo Piccioli e Maria Grazia Chiuri (decorar esses nomes já é um problema), foram então promovidos ao cargo. Só que por mais que eles tenham convivido e aprendido com o estilista, eles nunca serão como ele! E aí entra a questão da perda da “aura”. A aura de Valentino estava em tudo que ele criava e representava. Não há como substituí-la sem parecer forçado ou até mesmo “fake”.  A identidade da grife se foi junto com seu fundador, o que resta é uma logo que pode ser reconstruída, com outra imagem, e geralmente isso leva tempo…

A última coleção de Alessandra para Valentino, para a primavera 2009

Walter Benjamin não era pessimista em relação à perda da aura. Ele via um novo caminho se abrindo e um novo relacionamento da arte com as massas. Concordo com ele e afirmo que nem toda mudança é negativa. Tom Ford, por exemplo, imprimiu uma nova aura à Gucci – tão poderosa, aliás, que sua saída significou grandes perdas na identidade da marca até Frida Giannini construir uma nova.

A primeira coleção de Pier Paolo e Maria Grazia, para o outono 2009

Marc Jacobs transformou a aura da Louis Vuitton, Alber Elbaz a da Lanvin, e até mesmo Stefano Pilati, que substituiu Tom Ford e começou a criar para a Yves Saint Laurent enquanto o próprio estava vivo, conseguiu fazer um bom trabalho. Agora, quem consegue visualizar a Chanel sem a aura de Karl Lagerfeld? Como ele mesmo diz a Valentino em uma cena do documentário, comparado aos dois, o resto dos designers não faz mais do que trapos…

A coleção mais recente da dupla, de alta-costura para o outono 2010: a mudança no público-alvo é visível

A questão nesta era de conglomerados de moda e inevitáveis substituições de estilistas é bem complexa. Não é apenas talento nem estratégias de marketing que vão levar as grifes a venderem mais ou menos. É a aura de seu criador que por vezes é tão forte que se torna insubstituível. E neste caso, a relação entre a obra (roupa) e as massas (clientes) corre o risco de ficar eternamente comprometida.

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Berlin Fashion Week e a Expansão da Moda Alemã – por Mirela Lacerda

julho 21, 2010 by Mirela Lacerda  
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Quando se fala em moda alemã, a gente logo pensa no kaiser Karl Lagerfeld, em Claudia Schiffer e Heidi Klum. Porém no quesito grifes de moda, é difícil ir além de Jil Sander, Hugo Boss e Escada. A verdade é que um dos países mais poderosos do mundo não tem tradição em exportar moda e manteve-se por muito tempo abastecendo apenas o mercado interno e alguns outros europeus.

Por outro lado, o potencial criativo e de produção do “made in Germany” é grande e a Berlin Fashion Week tem sido a melhor vitrine disso, sem contar a tradicional feira Bread & Butter, especializada em jeans e streetwear, uma referência mundial.

Entre os dias 07 e 11 de julho, a semana de moda berlinense agitou a capital, abrindo a temporada de lançamentos para a primavera/verão 2011 feminina. Entre os desfiles de marcas consagradas como Boss Black (uma das linhas da Hugo Boss), Laurèl e Rena Lange, somados aos talentos em ascensão como Dawid Tomaszewski, Perret Schaad, finalista do concurso “How to Start your own Fashion Business”, e Starstyling, a cara do streetwear alemão, o evento mostra o poder de atração mundial. Como a organização é feita pela mesma equipe da New York Fashion Week, com patrocínio da Mercedes-Benz (o nome oficial é Mercedes-Benz Berlin Fashion Week), não é difícil montar um desfile especial da Calvin Klein e atrair celebridades como Jessica Alba e Ewan McGregor, na primeira fila da Boss Black.

Em termos de tendências, a semana alemã reforçou o desejo por feminilidade e leveza que já vem aparecendo nas últimas temporadas. Looks fluidos, de tecidos transparentes, tons pastel e nudes foram onipresentes em praticamente todas as coleções. Não há nada super conceitual pois o objetivo maior é mostrar o caráter comercial e expandir a presença das marcas para além das fronteiras do país.

Quem quiser pesquisar moda na Europa fora do eixo Londres-Paris, encontra em Berlim uma ótima opção. A Bread & Butter acontece simultaneamente à BFW e algumas lojas e marcas merecem a sua visita. Anote: Wunderkind, Mechail MichalskyTalkingMeansTrouble, cneeon e Kaviar Gouche.

Agradecimentos ao Centro de Turismo Alemão, que colaborou com algumas informações para esta matéria: www.visitealemanha.com

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Novas Direções para a Alta-Costura – por Mirela Lacerda

julho 15, 2010 by Mirela Lacerda  
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Na semana passada, a temporada de alta-costura de Paris teve um clima diferente. Além do otimismo pela volta do crescimento do setor, com a volta de antigas clientes dos EUA e da Rússia que foram obrigadas a suspender encomendas no ano passado e a chegada de novas, vindas dos mercados emergentes (China) está promovendo uma reavaliação sobre o que a alta-costura representa.

Alexandre Vauthier

Alexis Mabille

Bouchra Jarrar

Chanel

O pensamento lugar-comum nos leva a imaginar vestidos belíssimos e ultra-glamurosos, com tecidos nobres, bordados delicados feitos à mão e mulheres usando as produções em eventos chiquérrimos e milionários. Mas se analisarmos as coleções para o outono 2010, é impossível não notar os looks menos “sonho” e mais vida real. Traduzindo: os estilistas começam a perceber que as mulheres buscam roupas exclusivas e duráveis sim, porém não necessariamente feitas apenas para festas, mas para eventos diurnos.

Dior

Elie Saab

Giorgio Armani Privé

Givenchy

As apresentações mais intimistas  (com exceção da Chanel que manteve o espetáculo no Grand Palais, Dior reduziu o tamanho do desfile feito no Museu Rodin e a Givenchy optou por mostrar os modelos em showroom) são outro sinal desta aproximação entre estilistas e clientes. O serviço anda tão personalizado que as provas de roupa podem ser feitas onde a cliente está – em seu hotel em Paris ou num iate no meio do Mediterrâneo. O sucesso também pode ser medido pelos novos nomes que estão surgindo direto na couture, como a ex-Balenciaga e Lacroix Bouchra Jarrar, um perfeito exemplo da direção menos afetada do segmento.

Gustavo Lins

Jean Paul Gaultier

Maison Martin Margiela

Maison Rabih Kayrouz

Tanta exclusividade atesta uma tendência: a revalorização da roupa sob medida dentro de um contexto de desaceleração de consumo. O excesso de ofertas da moda mostra sinais de cansaço e quem quer qualidade, atendimento personalizado e a garantia de usar uma peça única encontra na alta-costura tudo o que precisa. Como bem resumiu o kaiser Karl Lagerfeld: “a couture moderna deve ter uma sensação de mobilidade e o ápice do refinamento.”

Stephane Rolland

Valentino

Zuhair Murad

Além disso, para os estilistas, a alta-costura será sempre um grande laboratório criativo para idéias que podem ser depuradas no prêt-à-porter. Sendo assim, fiquem de olho nas cores vibrantes e nos tons neutros claros, substituindo o preto, nas linhas aerodinâmicas e limpas, no uso das rendas, tecidos leves e transparentes, e no comprimento alongado, abaixo do joelho até a altura do tornozelo.

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Alta-Costura Outono 2010: Givenchy, Armani Privé e Chanel

julho 6, 2010 by Mirela Lacerda  
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Givenchy: quando se descobre que alguns vestidos desta coleção levaram 1600 horas para serem feitos, é impossível não parar para refletir sobre o sentido da alta-costura. Riccardo Tisci ainda foi mais fundo no conceito ao optar por uma apresentação intimista no lugar do desfile. As 10 modelos estavam divididas em salões de um apartamento na Place Vendôme em vestidos e calças que homenageavam Frida Kahlo sob a ótica de 3 pilares: religião, sexualidade e dor (representada pelo esqueleto humano, que apareceu nos bordados de cristais e pérolas). Branco, dourado e marrom eram as únicas cores em peças de renda extremamente trabalhadas, detalhes de plumas, tules e zíperes.

Giorgio Armani Privé: a cor preferida do estilista – bege – estava onipresente nos looks “executiva chique”, de calças + blazers, nos tailleurs de saias nos joelhos, nos vestidos e até nos longos geométricos. Detalhes de drapeados, grandes botões e broches, assim como casacos longos, clutches e sapatos boneca foram os outros itens de uma coleção impecável.

Chanel: Coco era do signo de Leão. Karl Lagerfeld pode ter tido pensamentos astrológicos, ter olhado pra savana africana ou se inspirado na metáfora do rei da selva. O fato é que a passarela tinha um enorme leão como cenário! O desfile foi um dos mais sóbrios da grife, bem como o mood da estação pede. O clássico tailleur ganhou novas proporções, com jaquetas mais curtas, de mangas ¾ e fofas, e saias abaixo do joelho. O tweed dominou a primeira parte, em cores sóbrias (preto, vinho e bege). Já na segunda, apareceram os belíssimos bordados, do tipo tapeçaria, flores aplicadas, transparências e muitos bordados, além de vermelho, azul e tecidos como cetim e seda. Os acessórios não podiam ser mais perfeitos: botas de canos médios, acompanhando as decorações das roupas e muitas pulseiras douradas. Lagerfeld é mesmo um leão que ruge – e ainda usa máscara!

“Quebrando o Sigilo do Kaiser da Moda“ no Shopping Rio Sul

junho 29, 2010 by Marianna Eichenberg  
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Em nova temporada, a série de debates “RIOSUL, De Bem com a Moda“, com Paula Acioli, traz para o próximo encontro o tema “Quebrando o sigilo do Kaiser da Moda“. A idéia, segundo Paula, é mostrar os muitos e polêmicos pensamentos do multifacetado Karl Lagerfeld. “Ele é oito ou oitenta. Não tem meio termo. Fala o que dá na telha mesmo e deixa claro, sem modéstia alguma, que é um gênio criativo. Parece até a reencarnação de Chanel, só que na versão masculina”, diverte-se a especialista.

O evento acontece amanhã (30/06), às 20 horas, no auditório do subsolo 1 do shopping carioca.

Serviço:
De Bem com a Moda – “Quebrando o sigilo do Kaiser da moda”
Local: Auditório do subsolo 1 do Rio Sul – Botafogo, RJ
Dia: 30 de junho
Horário: 20h
Número de vagas: 50
* O salão será aberto para coquetel de boas vindas às 19h30
Informações: www.riosul.com.br

Documentários de Moda: Por Trás do Glamour

junho 27, 2010 by Mirela Lacerda  
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Virou moda fazer documentários sobre moda! Nos últimos anos, a vida de estilistas e jornalistas especializados ganhou uma nova visão graças a filmes que mostram como o cotidiano deles não é tão glamuroso como pensamos e as pressões do trabalho são maiores do que imaginamos. Aqui vai a lista dos melhores documentários sobre o assunto, para quem quer ficar ainda mais por dentro. Alguns já foram exibidos na TV a cabo e em festivais de cinema e a maioria está disponível em DVD em sites como Amazon e Barnes & Noble.

The September Issue: Anna Wintour, e sua equipe foram filmadas durante a execução da importante edição de setembro de 2007, a maior da história da Vogue. Sienna Miller, que foi a capa, o fotógrafo Mario Testino e vários estilistas importantes fazem participações especiais. Tire sua conclusão se ela é mesmo “o diabo vestindo Prada”.

The Day Before: exibido recentemente aqui no Brasil pelo GNT com o título de “Por trás dos Panos”, o documentário de Loïc Prigent mostra a tensão nas 48 horas antes dos desfiles de quatro marcas: Jean Paul Gaultier, Fendi, Proenza Schouler e Sonia Rykiel. Para quem achava que montar um desfile era fácil…

Valentino, o Último Imperador: em 2007, Valentino comemorou 45 anos de carreira com uma festa inesquecível em Roma e uma exposição retrospectiva de sua carreira. Logo depois, anunciou sua aposentadoria, quando a grife foi vendida a sua revelia. O filme mostra a relação com a equipe e o companheiro Giancarlo Giammetti, além de detalhes de sua glamurosa vida. O título não poderia ser melhor.

Lagerfeld Confidential: Karl Lagerfeld é uma das figuras mais enigmáticas da moda, mas surpreendentemente permitiu a filmagem de sua vida durante três anos! O filme desmistifica o kaiser e revela seu ritmo de vida frenético, se dividindo entre a criação para Chanel,  Fendi,  sua própria etiqueta, a fotografia de campanhas e suas coleções de livros. Ufa!

Marc Jacobs & Louis Vuitton: a grande estrela da moda mundial mostra aqui que sua vida não é nada fácil. Além de criar para duas marcas principais, sua rotina de viagens e a pressão para lançar coleções lindas e comercialmente viáveis é intensa. O diretor Loïc Prigent segue Marc em Nova York, Londres, Tóquio e Paris, enquanto ele preparava os desfiles de primavera/verão 2007 seus e da Louis Vuitton.

Signe Chanel: trabalhar com Karl Lagerfeld e executar uma coleção de alta-costura não é das tarefas mais fáceis como a gente percebe assistindo ao filme, também dirigido por Loïc. Do planejamento da coleção até as provas de roupas nas clientes milionárias, passando pelo desfile, todas as etapas da criação são mostradas aqui.

Yves Saint Laurent – His Life and Times: são dois DVDs que incluem a vida de um dos maiores estilistas do século XX, mostrada através de entrevistas e imagens da infância e juventude, e as etapas da última coleção do mestre. É interessante notar que o trabalho no ateliê era feito da forma mais tradicional possível, de um jeito que não se encaixa mais na moda contemporânea.

As Campanhas de Outono 2010 das Grifes Internacionais

junho 17, 2010 by Mirela Lacerda  
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Nesta época do ano, as campanhas de outono 2010 das grandes grifes já estão prontas e, como sempre, todo mundo quer saber quem são as modelos à frente de cada uma. Fizemos uma lista e, de cara, já mostramos Karlie Kloss para a Aquascutum, ao lado de Jacob Coupe e Tristan Knights. As fotos foram feitas por Willy Vanderperre e poderão ser vistas na L’Uomo Vogue de julho. Karlie está em outras campanhas, junto com veteranas sumidas há algum tempo. Confira:

Balenciaga: Stella Tennant, Freja Beha, Julia Step, Kirsi Pyrhonen, Karen Elson, Meghan Collison, Eliza Cummings e Mirte Maas. Ufa!

Calvin Klein: Lara Stone

Chanel: Freja Beha, Abbey Lee, Brad Kroenig

Chloé: Raquel Zimmermann

Christian Dior: Karlie Kloss

David Yurman: Arlenis Sosa

Derek Lam: Maryna Linchuk

Donna Karan: Anna Jagodzinska, Karlie Kloss

Dsquared2: Alla Kostromicheva, Chanel Iman e Iris Strubegger

Emporio Armani: Karmen Pedaru, Marlon Teixeira

Fendi: Anja Rubik

Gucci: Raquel Zimmermann

Jil Sander: Kasia Struss, Miranda Kerr

Karl Lagerfeld: Iris Strubegger, Baptiste Giabiconi

Kenzo: Lily Donaldson, Sasha Pivovarova

Lanvin: Mariacarla Boscono, Anja Rubik, Magdalena Frackowiak

Loewe: Adriana Lima, Alessandra Ambrosio

Louis Vuitton: Christy Turlington, Karen Elson, Natalia Vodianova

Marc by Marc Jacobs: Ruby Aldridge

Mulberry: Abbey Lee

Miu Miu: Siri Tollerød, Ginta Lapina, Daphne Groeneveld

Oscar de la Renta: Karlie Kloss

Prada: Angela Lindvall, Valerija Kelava, Daria Strokous, Sigrid Agren

Ralph Lauren: Bruna Tenorio, Tyson Ballou, Valentina Zelayeva

Roberto Cavalli: Gisele Bündchen

Vivienne Westwood: Tati Cotliar

YSL: Daria Werbowy

Karl Lagerfeld Acessível

junho 9, 2010 by Diana Monteiro  
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Segundo o WWD, Karl Lagerfeld está com novas ideias. O diretor criativo da Chanel e da Fendi está querendo criar produtos com preços mais acessíveis, o que já aconteceu uma única vez quando assinou uma coleção para a H&M em 2004. Mas parece que agora ele deseja fazer de sua própria grife, uma marca para as massas, já que pensa que estar nas duas extremidades do mercado é o alto luxo. Espero, muito ansiosa, que essa maravilhosa ideia se concretize!

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