Kit Lua-de-Mel

agosto 27, 2010 by Diana Monteiro  
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Esse desejado kit é para futuras noivas, ou melhor, futuras esposas! Qual mulher não amaria esse kit lua-de-mel Lanvin? Os acessórios são lindos e ótimos para passar um tempinho com o marido em uma praia, não? Disponível no www.netaporter.com.

A Era do Consumo Seletivo – por Mirela Lacerda

agosto 17, 2010 by Mirela Lacerda  
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Sabe aquela imagem de mulheres saindo de um shopping carregadas de sacolas? Ela não existe mais. Bem-vindos a era do consumo seletivo, em que o consumidor avalia cuidadosamente cada compra, pesquisa na internet, checa as redes sociais e conversa com os amigos antes de gastar seu rico dinheirinho.

A crise econômica de 2008 forçou não apenas uma mudança nos hábitos de consumo, mas também uma mudança de mentalidade que, ao que tudo indica, veio para ficar. Nos EUA e na Europa, onde os problemas ainda são muito graves, as pessoas andam constantemente com medo de ficar sem trabalho, as linhas de crédito não são mais tão generosas e as taxas de desemprego assustam. Tudo isso fez muita gente repensar se é mesmo necessário consumir tanto para ser feliz. Várias pessoas resolveram se livrar dos excessos e viver apenas com o indispensável (blogs e “projetos” sobre este estilo de vida “enxuto” pipocam pela internet), ou seja, nada de compras compulsivas e supérfluas.

Livro originado de um dos blogs sobre vida mais simples

Quem ainda gosta e quer consumir, pondera bastante o valor de um produto, além de comparar os similares e pesquisar bastante online a opinião de outros clientes. O grande desafio para as marcas é conquistar este consumidor se mantendo presente na internet, no Facebook, no Twitter, inovando seu e-commerce e m-commerce, em outras palavras, criando motivos subjetivos para o consumo, agora mais do que nunca.

O sucesso de sites como o Net-a-porter aponta o crescimento do e-commerce

Na moda, identificamos dois pólos: em um, as redes de fast fashion que tornam-se excelentes opções para quem não quer gastar muito e ainda quer consumir novidades. H&M, Topshop, Zara e outras não registraram grandes prejuízos nos últimos dois anos e continuam a expandir seus impérios. Do lado oposto estão as grandes grifes de luxo, que perderam uma boa fatia do mercado, já que os consumidores ocasionais (aqueles que aspiram ser clientes mas só podem adquirir um produto de vez em quando) se foram. A parcela mais rica da população continua comprando, porém não quer ostentar logos e nem as peças facilmente identificadas. Por essa razão, as marcas insistem no marketing do heritage, com o objetivo de vender ítens com valor histórico agregado e atemporais, assim a relação custo-benefício se torna mais vantajosa.

As bolsas da nova coleção da Louis Vuitton são modelos clássicos, sem o excesso de logos e cores

E no Brasil? Ainda estamos do outro lado da curva, pois não entramos em crise e nosso poder de compra nunca foi tão alto. As classes mais populares estão consumindo como nunca e os mais abastados fazem a festa das grifes de luxo aqui e lá fora. Porém, é preciso estar atento às mudanças. Mesmo com toda a euforia, o consumidor tem nas mãos ferramentas poderosas de comparação de preços e produtos. Quem não se preparar para vender a um cliente tecno-informado corre o risco de ver seu negócio declinar mais rápido que as ações das bolsas americanas em 2008. Você está preparado?

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Coleção de Verão Chega à Loja da Datskat no Leblon

agosto 14, 2010 by Marianna Eichenberg  
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Presente em mais de 350 multimarcas do país, e uma das grifes campeãs de venda no Rio-à-Porter, a Datskat acaba de lançar sua coleção de verão, com o tema “Jardim Imaginário”. As peças, que chegaram esta semana à loja da marca, no Leblon, investem no estilo ladylike das meninas de Upper East Side. Entre os destaques estão as saias rodadas, muitos laços e bordados, e tons mais amenos de rosa, azul e amarelo – as chamadas “candy colors”. Outra grande novidade da coleção é à volta das anáguas, que aparecem em tule colorido, para serem usadas embaixo de vestidos e saias.

A Moda na Época de Sua Reprodutibilidade Técnica – por Mirela Lacerda

julho 26, 2010 by Mirela Lacerda  
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Na faculdade de Comunicação, um dos primeiros filósofos que estudamos é Walter Benjamin. O alemão, famoso por integrar a Escola de Frankfurt, ficou conhecido por vários ensaios, entre eles “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica”. O ponto central desta teoria refere-se à destruição da “aura” que envolve as obras de arte a partir do momento em que elas são reproduzidas para uma sociedade de consumo de massa. Quando escreveu, ele refletiu sobre o impacto do cinema na perda desta aura, mas obviamente nem imaginava o que estava por vir com a TV e a internet.

Outro dia, revendo o documentário do “Valentino – O último imperador”, lembrei de Walter Benjamin e de sua teoria. O título do filme não poderia ser melhor. Valentino é mesmo “o último dos grandes”. Ele representava uma era da moda em que a relação estilista-roupa era completamente diferente. Como Yves Saint Laurent, Christian Dior, Balenciaga e tantos outros ícones, ele criava com o objetivo de deixar a mulher mais bonita. Da pesquisa ao produto final – tanto na alta-costura como no prêt-à-porter -, seu processo era puro, sofisticado e detalhista, e funcionava em um ritmo que não cabe mais nesta era de conglomerados e fast fashion.

A última coleção de prêt-à-porter do estilista, para a primavera 2008

Além disso, Valentino era o epítome de tudo que vendia: tinha uma vida absolutamente glamurosa, casas espalhadas pelo mundo, era cercado de pessoas lindas, ricas e cultas. Depois de se aposentar, no inicio de 2008, a grife passou por momentos confusos. Primeiro, Alessandra Facchinetti foi nomeada como sua substituta e ficou no posto por apenas duas temporadas. Seus ex-assistentes, Pier Paolo Piccioli e Maria Grazia Chiuri (decorar esses nomes já é um problema), foram então promovidos ao cargo. Só que por mais que eles tenham convivido e aprendido com o estilista, eles nunca serão como ele! E aí entra a questão da perda da “aura”. A aura de Valentino estava em tudo que ele criava e representava. Não há como substituí-la sem parecer forçado ou até mesmo “fake”.  A identidade da grife se foi junto com seu fundador, o que resta é uma logo que pode ser reconstruída, com outra imagem, e geralmente isso leva tempo…

A última coleção de Alessandra para Valentino, para a primavera 2009

Walter Benjamin não era pessimista em relação à perda da aura. Ele via um novo caminho se abrindo e um novo relacionamento da arte com as massas. Concordo com ele e afirmo que nem toda mudança é negativa. Tom Ford, por exemplo, imprimiu uma nova aura à Gucci – tão poderosa, aliás, que sua saída significou grandes perdas na identidade da marca até Frida Giannini construir uma nova.

A primeira coleção de Pier Paolo e Maria Grazia, para o outono 2009

Marc Jacobs transformou a aura da Louis Vuitton, Alber Elbaz a da Lanvin, e até mesmo Stefano Pilati, que substituiu Tom Ford e começou a criar para a Yves Saint Laurent enquanto o próprio estava vivo, conseguiu fazer um bom trabalho. Agora, quem consegue visualizar a Chanel sem a aura de Karl Lagerfeld? Como ele mesmo diz a Valentino em uma cena do documentário, comparado aos dois, o resto dos designers não faz mais do que trapos…

A coleção mais recente da dupla, de alta-costura para o outono 2010: a mudança no público-alvo é visível

A questão nesta era de conglomerados de moda e inevitáveis substituições de estilistas é bem complexa. Não é apenas talento nem estratégias de marketing que vão levar as grifes a venderem mais ou menos. É a aura de seu criador que por vezes é tão forte que se torna insubstituível. E neste caso, a relação entre a obra (roupa) e as massas (clientes) corre o risco de ficar eternamente comprometida.

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Luva Valiosa

julho 19, 2010 by Diana Monteiro  
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Por que quando juntam cristal Swarovski com algum acessório ficamos loucas para ter? Para as mais ousadas, que tal uma luva coberta de cristais? Disponível na Net-a-Porter pela bagatela de U$1,170.

Novas Direções para a Alta-Costura – por Mirela Lacerda

julho 15, 2010 by Mirela Lacerda  
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Na semana passada, a temporada de alta-costura de Paris teve um clima diferente. Além do otimismo pela volta do crescimento do setor, com a volta de antigas clientes dos EUA e da Rússia que foram obrigadas a suspender encomendas no ano passado e a chegada de novas, vindas dos mercados emergentes (China) está promovendo uma reavaliação sobre o que a alta-costura representa.

Alexandre Vauthier

Alexis Mabille

Bouchra Jarrar

Chanel

O pensamento lugar-comum nos leva a imaginar vestidos belíssimos e ultra-glamurosos, com tecidos nobres, bordados delicados feitos à mão e mulheres usando as produções em eventos chiquérrimos e milionários. Mas se analisarmos as coleções para o outono 2010, é impossível não notar os looks menos “sonho” e mais vida real. Traduzindo: os estilistas começam a perceber que as mulheres buscam roupas exclusivas e duráveis sim, porém não necessariamente feitas apenas para festas, mas para eventos diurnos.

Dior

Elie Saab

Giorgio Armani Privé

Givenchy

As apresentações mais intimistas  (com exceção da Chanel que manteve o espetáculo no Grand Palais, Dior reduziu o tamanho do desfile feito no Museu Rodin e a Givenchy optou por mostrar os modelos em showroom) são outro sinal desta aproximação entre estilistas e clientes. O serviço anda tão personalizado que as provas de roupa podem ser feitas onde a cliente está – em seu hotel em Paris ou num iate no meio do Mediterrâneo. O sucesso também pode ser medido pelos novos nomes que estão surgindo direto na couture, como a ex-Balenciaga e Lacroix Bouchra Jarrar, um perfeito exemplo da direção menos afetada do segmento.

Gustavo Lins

Jean Paul Gaultier

Maison Martin Margiela

Maison Rabih Kayrouz

Tanta exclusividade atesta uma tendência: a revalorização da roupa sob medida dentro de um contexto de desaceleração de consumo. O excesso de ofertas da moda mostra sinais de cansaço e quem quer qualidade, atendimento personalizado e a garantia de usar uma peça única encontra na alta-costura tudo o que precisa. Como bem resumiu o kaiser Karl Lagerfeld: “a couture moderna deve ter uma sensação de mobilidade e o ápice do refinamento.”

Stephane Rolland

Valentino

Zuhair Murad

Além disso, para os estilistas, a alta-costura será sempre um grande laboratório criativo para idéias que podem ser depuradas no prêt-à-porter. Sendo assim, fiquem de olho nas cores vibrantes e nos tons neutros claros, substituindo o preto, nas linhas aerodinâmicas e limpas, no uso das rendas, tecidos leves e transparentes, e no comprimento alongado, abaixo do joelho até a altura do tornozelo.

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Sacha Walckhoff É o Novo Diretor Criativo da Lacroix

julho 14, 2010 by Mirela Lacerda  
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Certas funções aparentemente são o sonho de qualquer profissional, mas a realidade  pode ser muito assustadora. Continuar o trabalho de um estilista é um desses casos. Pior ainda quando o designer ainda está vivo e a marca está atolada em dívidas. Sacha Walckhoff, o novo diretor criativo da Christian Lacroix, tem este cenário não muito favorável como desafio. Apesar de já trabalhar para a grife com alguns intervalos desde 1992, Sacha ganhou mais responsabilidades a partir de 2003, quando Lacroix virou diretor criativo da Emilio Pucci.

No ano passado, quando a empresa pediu falência, o designer se afastou e em meio a muita confusão sobre o futuro, Sacha assumiu o novo posto, ficando responsável pelas coleções masculinas (a primavera 2011 foi lançada, veja 2 looks), de noivas, roupa de cama, óculos e papelaria, todas operadas sob licenciamento. O prêt-à-porter e a alta-costura feminina estão suspensos indefinidamente, pois é preciso pagar as dívidas primeiro. Apesar das dificuldades o Falic Group, dono da etiqueta, está otimista quanto à retomada e o estilista tem tido boa receptividade dos jornalistas e compradores. Vamos torcer para tudo dar certo!

Burberry Comemora Lucro Recorde

julho 8, 2010 by Mirela Lacerda  
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A inglesa Burberry tem motivos de sobra para comemorar. Mesmo no difícil ano de crise, 2009 marcou um lucro recorde para a empresa: 1280 milhões de libras. Em 2008 o lucro foi de 1202 milhões, ou seja, o aumento foi de 7%. Segundo a CEO da grife Angela Ahrendts, uma série de fatores contribuíram para o sucesso: o retorno do desfile para a London Fashion Week (o show mais esperado da semana), e estratégias pioneiras nas redes sociais, com sites interativos que a aproximam do consumidor da geração Y (representado por Emma Watson como garota-propaganda). A abertura de mais lojas em mercados emergentes, como China, Índia, Oriente Médio e Brasil também foram determinantes.

É claro que a criatividade de Christopher Bailey e suas elogiadas coleções não podem ser ignoradas. Sem dúvidas, ele soube interpretar perfeitamente o DNA da Burberry para o consumidor do novo milênio. Sua mais recente estratégia, a linha de maquiagem, está chegando ao varejo. A campanha, fotografada por Mario Testino, tem Lily Donaldson, Nina Porter e Rosie Huntington-Whiteley usando os clássicos trench-coats. Todos os produtos estão sendo divulgados no site, Twitter e Facebook da marca o que significa mais lucros recordes à vista!

Making Of de Verão Chopper Jeans

junho 24, 2010 by Marianna Eichenberg  
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Norteada pelo conceito da coleção “Scape to Paradise” a marca Chopper Jeans, que participou pela primeira vez do Rio-à-Porter nesta última edição, escolheu Carol Francischini para ser o rosto da sua campanha de verão 2011. As fotos são de Marcelo Nunes.

Papilas Gustativas: o Buffet dos Jornalistas do Fashion Rio

junho 2, 2010 by Mirela Lacerda  
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Dizem que modelos não comem, mas jornalistas comem, e muito! Para agüentar a maratona de seis dias de Fashion Rio e Rio-à-Porter, a sala de imprensa precisa de uma infra-estrutura completa e isso inclui comida, claro! O buffet responsável pela nossa alimentação há algumas temporadas é o Papilas Gustativas, de Marcelo Duque Estrada e Lucas De Carli.

Foram eles, junto com a simpática equipe, que prepararam as delícias da última semana: de penne ao pesto, passando por bolo formiga, terrine de queijo de cabra (meu favorito!) muitos sanduíches e até sonhos! Mas, sem dúvida, o campeão na preferência da galera é o brigadeiro!

Como a equipe da Modalogia é vip, ganhamos umas sacolinhas extras do doce para levar pra casa… O Marcelo ainda nos tentou com outras provas especiais, como a da trufa de queijo de cabra, e ainda compartilhou espumante com a gente, hehehehe!

Ah, sim, sabe aqueles bolos incríveis dos casamentos de “Viver a Vida”? Foram eles que fizeram… Se você está planejando uma festa e ainda não escolheu o buffet, nem pense duas vezes.

Papilas Gustativas: www.papilas.compapilasgustativas@yahoo.com.br
Tel: (21) 2221 6133

Ps: nas foto, o Marcelo e seu incrível sobretudo, customizado com forro de chita e com Marianna, Helena e o sócio Lucas.

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