Nova Linha de Tênis Yves Saint Laurent

agosto 6, 2010 by Mirela Lacerda  
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Para marcar o lançamento da nova linha de tênis masculinos, a Yves Saint Laurent criou um vídeo, que pode ser visto aqui. Voltado ao público jovem, os modelos são bem esportivos e urbanos. Não há muita inovação no design, mas o objetivo aqui é diversificar o público-alvo. Stefano Pilati é fã dos vídeos, principalmente para divulgar as coleções para os homens. No início deste ano, Bruce Weber dirigiu um deles.

A Moda na Época de Sua Reprodutibilidade Técnica – por Mirela Lacerda

julho 26, 2010 by Mirela Lacerda  
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Na faculdade de Comunicação, um dos primeiros filósofos que estudamos é Walter Benjamin. O alemão, famoso por integrar a Escola de Frankfurt, ficou conhecido por vários ensaios, entre eles “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica”. O ponto central desta teoria refere-se à destruição da “aura” que envolve as obras de arte a partir do momento em que elas são reproduzidas para uma sociedade de consumo de massa. Quando escreveu, ele refletiu sobre o impacto do cinema na perda desta aura, mas obviamente nem imaginava o que estava por vir com a TV e a internet.

Outro dia, revendo o documentário do “Valentino – O último imperador”, lembrei de Walter Benjamin e de sua teoria. O título do filme não poderia ser melhor. Valentino é mesmo “o último dos grandes”. Ele representava uma era da moda em que a relação estilista-roupa era completamente diferente. Como Yves Saint Laurent, Christian Dior, Balenciaga e tantos outros ícones, ele criava com o objetivo de deixar a mulher mais bonita. Da pesquisa ao produto final – tanto na alta-costura como no prêt-à-porter -, seu processo era puro, sofisticado e detalhista, e funcionava em um ritmo que não cabe mais nesta era de conglomerados e fast fashion.

A última coleção de prêt-à-porter do estilista, para a primavera 2008

Além disso, Valentino era o epítome de tudo que vendia: tinha uma vida absolutamente glamurosa, casas espalhadas pelo mundo, era cercado de pessoas lindas, ricas e cultas. Depois de se aposentar, no inicio de 2008, a grife passou por momentos confusos. Primeiro, Alessandra Facchinetti foi nomeada como sua substituta e ficou no posto por apenas duas temporadas. Seus ex-assistentes, Pier Paolo Piccioli e Maria Grazia Chiuri (decorar esses nomes já é um problema), foram então promovidos ao cargo. Só que por mais que eles tenham convivido e aprendido com o estilista, eles nunca serão como ele! E aí entra a questão da perda da “aura”. A aura de Valentino estava em tudo que ele criava e representava. Não há como substituí-la sem parecer forçado ou até mesmo “fake”.  A identidade da grife se foi junto com seu fundador, o que resta é uma logo que pode ser reconstruída, com outra imagem, e geralmente isso leva tempo…

A última coleção de Alessandra para Valentino, para a primavera 2009

Walter Benjamin não era pessimista em relação à perda da aura. Ele via um novo caminho se abrindo e um novo relacionamento da arte com as massas. Concordo com ele e afirmo que nem toda mudança é negativa. Tom Ford, por exemplo, imprimiu uma nova aura à Gucci – tão poderosa, aliás, que sua saída significou grandes perdas na identidade da marca até Frida Giannini construir uma nova.

A primeira coleção de Pier Paolo e Maria Grazia, para o outono 2009

Marc Jacobs transformou a aura da Louis Vuitton, Alber Elbaz a da Lanvin, e até mesmo Stefano Pilati, que substituiu Tom Ford e começou a criar para a Yves Saint Laurent enquanto o próprio estava vivo, conseguiu fazer um bom trabalho. Agora, quem consegue visualizar a Chanel sem a aura de Karl Lagerfeld? Como ele mesmo diz a Valentino em uma cena do documentário, comparado aos dois, o resto dos designers não faz mais do que trapos…

A coleção mais recente da dupla, de alta-costura para o outono 2010: a mudança no público-alvo é visível

A questão nesta era de conglomerados de moda e inevitáveis substituições de estilistas é bem complexa. Não é apenas talento nem estratégias de marketing que vão levar as grifes a venderem mais ou menos. É a aura de seu criador que por vezes é tão forte que se torna insubstituível. E neste caso, a relação entre a obra (roupa) e as massas (clientes) corre o risco de ficar eternamente comprometida.

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Belle d’Opium: o Novo Perfume de YSL

junho 28, 2010 by Mirela Lacerda  
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O Opium é um dos maiores hits da Yves Saint Laurent e um clássico da perfumaria. Só que ele foi lançado em 1977 e o novo público da marca nem sonha com o impacto causado pelo nome e pela campanha (que remetia ao vício). Por isso, é hora de reinventar a fragrância com o lançamento do Belle d’Opium, que chega às lojas europeias e americanas no segundo semestre.

O nome une a palavra Opium (planta de onde se extrai a heroína) com “Belle de Jour”, cujo filme foi estrelado por Catherine Deneuve, amiga e musa de Yves, e o romance “Belle du Seigneur”. Ambos retravam mulheres misteriosas, que transmitiam inocência mas gostavam do perigo. A estrela da campanha é a atriz francesa Mélanie Thierry, que faz uma espécie de dança dos sete véus no vídeo para a TV, dirigido por Niton Sawnney. Já os anúncios impressos foram clicados pela dupla Mert Alas e Marcus Piggot. Stefano Pilati criou peças especialmente para a campanha e escolheu a cor do frasco: azul noite.

Por falar em frasco, a nova versão do Opium é uma fragrância oriental também, porém com menos notas de âmbar e um mix de lírio Casablanca, gardênia, pimenta branca e jasmim. Será que ele vai se tornar um novo clássico?

Semana de Paris – Outono/Inverno 2011: Stella McCartney, YSL, Giambattista Valli e Ungaro

março 9, 2010 by Mirela Lacerda  
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Stella McCartney: a estilista bateu o martelo sobre a volta do minimalismo. Em uma excelente coleção, com peças-desejo do primeiro ao último look, estavam lá um mix de anos 60 e 90, toques esportivos, além de rendas e transparências estrategicamente colocadas. Blazers, calças skinny, tricôs, mini vestidos (vários de um ombro), golas altas e decote V, lã, cetim e alguns bordados de paetês estavam perfeitos numa cartela de neutros (preto, branco, cinza e nude) com toques de vibrantes (fúcsia e laranja). Impecável.

Yves Saint Laurent: sportswear e alfaiataria, sem contar o clássico look da parisiense. Assim Stefano Pilati resumiu o outono/inverno 2010 da grife. Com muito preto e toques de branco, o estilista até brincou com a indumentária típica de uma freira com chapéus e capuzes. Mas o destaque vai mesmo para a modelagem chique das saias lápis, das camisas de mangas fofas, das pantalonas e dos vestidos de vários comprimentos (mini ao midi). Como acessório principal, correntes douradas com pingentes, que funcionavam como colares ou cintos e para quebrar a rotina, capinhas plásticas. No fim, apareceram as texturas e as peças de cetim coloridas: capa e vestidos coquetel em rosa, verde, azul e amarelo, usadas com longas luvas.

Giambattista Valli: o designer que acaba de encerrar seu contrato com o Mariella Burani Fashion Group, empresa italiana que produzia suas coleções e que pediu falência há poucas semanas, mostrou uma bela coleção focada em texturas, volumes e numa silhueta vagamente anos 60. Entre casaquinhos e tailleurs, muitos mini vestidos recheados de aplicações e bordados de plumas e peles ou de tecidos transparentes em branco, preto, nude e vermelho. Para finalizar, longos fluidos ou em modelagem sereia – estes últimos verdadeiras esculturas.

Ungaro: sem Lindsay Lohan e a reação negativa da imprensa, Estrella Archs pôde exercer sua real função de estilista. A coleção era honesta, porém não impressionou, ficando na zona de segurança dos vestidos coquetel, mini blazers, calças cigarrete e uma combinação de mostarda, verde esmeralda e pink. Os vestidos plissados do final eram bem construídos e devem vender razoavelmente se os compradores retomarem a simpatia com a grife.

It-Totes de Anya Hindmarch e YSL

fevereiro 9, 2010 by Mirela Lacerda  
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É impressionante como as bolsas tomaram um lugar importantíssimo na moda. Não estou falando só das it-bags (que aparentemente não são mais it), mas de todo e qualquer modelo: shopping bag, tote, carteira, clutch… de grife ou não.

As bolsas de tecido ou lona ficaram especialmente associadas como material promocional e várias delas funcionam como eco bags, para evitar o uso das sacolas de plástico. Dois lançamentos prometem atuar nessa categoria. A primeira é uma parceria de Anya Hindmarch (“I’m not a plastic bag”) com o artista londrino Ben Eine. São quatro modelos de sarja com slogans do tipo “Loot”, Booty” e “Back Britain”. O lançamento será em abril, nas lojas da designer e na Colette.

A outra bolsa-desejo traz o já tradicional “Manifesto” de Stefano Pilati para a Yves Saint Laurent. A estampa de morangos, da coleção de primavera/verão 2010, serviu de base para a tote de algodão, feita em edição limitada (2000 unidades) e para ser distribuída em Paris, Londres, Milão, Tóquio, Hong Kong e Berlim, no dia 20 de fevereiro, e em Nova York durante a semana de moda, no dia 16. Quem não ganhar a sua, pode ver 3 vídeos da campanha, com Natalia Vodianova, no site www.yslmanifesto.com , no Facebook e no canal do YouTube da grife.


Maison Chanel Lança Revista

novembro 18, 2009 by Renata Montalvao  
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O diretor criativo da Chanel, Karl Lagerfeld se uniu a Olivier Zahm, editor chefe da revista Purple Fashion para criar a primeira edição da revista da marca. A “31 Rue Cambon”, homenagem ao primeiro endereço da Maison, será gratuita e terá distribuição em todas as lojas Chanel. Críticos já afirmam que a iniciativa seria uma resposta à  “Manifesto” revista anual da grife Yves Saint Laurent lançada por Stefano Pilati.  Tudo indica que a lendária rixa entre Lagerfeld e YSL terá mais um capítulo.

Por que a Moda Adora o Passado? – Por Mirela Lacerda

outubro 27, 2009 by Mirela Lacerda  
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Quantas vezes você ouviu uma pessoa mais velha dizer “isso se usava no meu tempo”? Este “meu tempo” vem carregado sempre de uma certa nostalgia e propriedade, afinal quem usou uma vez, vai saber usar de novo. O fato é que as releituras da moda não são novidade para ninguém e desde a década de 90, entra ano, sai ano e o passado ganha incessantes releituras.

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A linha Edition 24 da YSL na Dover Street Market, em Londres

Só que desde o início do século XXI, as releituras não foram mais suficientes. Os verdadeiros conhecedores da moda precisavam “beber da fonte” original, ou seja, garimpar ou leiloar peças vintage, aquelas super valorizadas e caras que elevaram certas roupas a valores de obras de arte. A tendência vintage serviu não só para distinguir o estilo pessoal como também contribuiu para a (re)valorização de marcas e estilistas do passado. Quanto mais história, quanto mais raridade e tradição, melhor.

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À esquerda, vestido da Balenciaga do outono de 1962. À direita, a réplica.

Ao perceber isso, algumas grifes começaram a reeditar coleções antigas, vendendo como vintage o que na verdade é uma releitura (as peças são iguais, mas feitas com tecidos produzidos atualmente). Assim, as tradicionais lojas inglesas Marks & Spencer e Jaeger, que estão celebrando 125 anos, reeditaram peças do seu arquivo como parte das comemorações, a Dolce & Gabbana tem uma linha de reedições de seus clássicos dos anos 80, a Balenciaga tem a Editions com réplicas de vestidos de alta-costura , a Jil Sander a Iconic Items, a Pucci a Vintage Classics e a Yves Saint Laurent a Edition 24, uma linha com reedições dos primeiros trabalhos de Stefano Pilati e também das icônicas criações do mestre Yves. Já nos acessórios, o sucesso do relançamento da Chanel 2.55 resume o desejo por esses clássicos.

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Por trás de todo este interesse, há uma explicação simples: o consumidor atual precisa de artifícios extras para comprar. Principalmente quando o assunto é mercado de luxo algumas palavrinhas devem vir “embutidas” na etiqueta do preço: tradição, história, herança. Estes são os termos que estão influenciando o consumo atual e não podem mais ser ignorados. As marcas precisam exibir seu histórico, sua identidade e essência. Adquirir um produto com um design que um dia foi revolucionário ou tornou-se icônico está no topo da lista de exigências do confuso e receoso consumidor destes tempos de crise. E para aliviar estas dúvidas, nada melhor que uma peça cheia de história para contar…

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Natalia Vodianova na Próxima Campanha da Yves Saint Laurent

outubro 27, 2009 by Leticia Keiper  
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O italiano Stefano Pilati, estilista da Yves Saint Laurent, anda enchendo as campanhas da marca de glamour, com as top tops. Parece que Natalia Vodianova é a próxima a fazer as honras, posando para os fotógrafos Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin para a coleção primavera-verão 2010 da grife. Outros grandes nomes que estrelaram campanhas recentes foram Christy Turlington, Claudia Schiffer, Naomi Campbell, Kate Moss e Gisele Bündchen.

Semana de Paris: Dia 05/10 – Stella, YSL, Céline e Giambattista Valli

outubro 6, 2009 by Mirela Lacerda  
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Stella McCartney: existe sensação melhor do que ver um desfile e pensar “esta estilista me entende”? Pois é assim com Stella sempre. Suas criações simples, porém sofisticadas são a perfeita tradução do que mulheres reais querem vestir em diversas situações de suas vidas – do trabalho ao lazer. Então, estão lá os blazers e calças de alfaiataria, os detalhes de babados e pepluns nas blusas, os vestidos florais curtos e até os jeans lavados, para os momentos relax. Não é à toa que a amiga Gwyneth Paltrow estava na primeira fila, usando um novo look.

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Yves Saint Laurent: Stefano Pilati conseguiu atender a vários desejos da mulher YSL – vestidos leves, inspirados em camponesas, para aquelas situações mais informais, e looks mais estruturados, de cintura marcada e muito preto e branco, para o trabalho ou para momentos mais “sérios”. Tudo isso com o corte e a modelagem impecável do estilista.

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Céline: na aguardada estréia da grife nas passarelas sob o comando de Phoebe Philo, adeus aos looks românticos e boêmios dos tempos da Chloé. Em sua nova fase (e em uma marca com estilo bem diferente), é hora de propor um minimalismo contemporâneo, com influência esportiva e uma silhueta estruturada, com muito couro nos vestidos, jaquetas e micro boleros, nas pantalonas, nos shorts de cintura alta e nos vestidos-camiseta. Mulheres, preparem-se para o look da próxima década!

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Giambattista Valli: o desfile misturou franjas com estampas de leopardo, além de motivos tribais, babados, plumas e outras texturas. O forte do designer são os vestidos coquetel, desta vez em laranja e verde água, que rapidinho vão estar circulando nas festas mais disputadas do mundo.

Semana de Paris: dia 01/10 – Balenciaga, Nina Ricci e Balmain

outubro 2, 2009 by Mirela Lacerda  
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Balenciaga: Nicolas Ghesquière é o exemplo perfeito do que separa o prêt-à-porter de luxo do fast fashion, ou seja, um trabalho único e artesanal de tecidos. Em uma coleção de “volta às origens”, como ele mesmo disse, estavam lá todos os elementos que puseram a grife de novo nos trilhos: influências street e esportiva (meio hip hop meio box), calças skinny (o que parecia jeans na verdade era um couro vegetal) e peças com cortes e vazados estratégicos, de materiais tão contrastantes quanto couro e chifon. Sem falar nas mini saias pregueadas/plissadas, nos toques de cores vibrantes (amarelo, laranja, turquesa, verde-menta) sobre os neutros cinza e preto e, nos sapatos, sempre um caso à parte – botas-sandália trançadas, absolutamente incríveis!!!

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Nina Ricci: definitivamente a grife vai recuperar os bons tempos e Peter Coping tem tudo para ser mais um caso de assistente que virou nome principal e deu um novo rumo à marca, como aconteceu com Stefano Pilati na YSL e Phoebe Philo, na Chloé. A única diferença é que Coping veio da Louis Vuitton, e os anos de trabalho com Marc Jacobs ensinaram bastante sobre o que é rejuvenescer uma grife. A primavera da Nina Ricci traz sua essência repaginada para o século XXI: laços, rendas e lingeries em sobreposições de tons pastel, comprimentos mini, um pouco de preto e de brilhos em peças de lamê. Próximos passos: celebridades usando Nina e revistas, sites e blogs promovendo a coleção. Alguma dúvida que isso vai acontecer?

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Balmain: depois de instituir uma fórmula de sucesso (muito anos 80, brilhos, jeans skinny detonados e jaquetas de ombros pontudos adoradas por Michael Jackson e Madonna) mas que, como tudo na moda, precisa se renovar, a primavera de Christopher Decarnin era aguardada com bastante curiosidade. Mas o resultado foi mais do mesmo, apenas com uma roupagem meio militar (verde escuro e franjas e aplicações nos ombros), meio Joana D’Arc (mini vestidos tipo armadura, em dourado) e meio “Mad Max” (calças skinny, shorts e blusas rasgadas). Tudo bem, a Balmain encontrou um nicho, mas precisa se repetir tanto?

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