Temporada Internacional de Primavera/Verão 2011 Anuncia Datas

abril 12, 2010 by Mirela Lacerda  
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Ainda faltam alguns meses mas a temporada internacional de desfiles para a primavera/verão 2011 já está com as datas praticamente acertadas. A grande mudança é a volta de mais dias na Semana de Moda de Milão, que na última temporada (Outono/Inverno 2010-11) foi espremida em 4 dias, causando protestos de estilistas, jornalistas e do presidente da Camera Nazionale della Moda Italiana, Mario Boselli, que culpou Anna Wintour pela redução pois ela só podia ficar 3 dias na cidade. Por enquanto, todo mundo está de acordo com as seguintes datas:

New York Fashion Week (agora no Lincoln Center): 09 a 16 de setembro
London Fashion Week: 17 a 21 de setembro
Semana de Moda de Milão: 22 a 28 de setembro
Semana de Moda de Paris: 29 de setembro a 07 de outubro

Na foto, look do outono/inverno 2010-11 da Prada

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Ralph Lauren, Calvin Klein, Isaac Mizhari, L’Wren Scott e Tommy Hilfiger

fevereiro 19, 2010 by Mirela Lacerda  
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Ralph Lauren: a década de 90, antes do grunge e do minimalismo, teve um momento gótico/medieval. Foi exatamente dali, mais especificamente de uma foto de uma campanha da marca, em 1993, o ponto de partida para esta coleção, que misturava florais escuros, em saias midi e vestidos longos, muitos tricôs grossos de golas altas, blusas de manga Julieta e peças em veludo. As calças skinny tinham bainha boot cut ou então modelagem jodhpur e alguns blazers, uma pequena cauda. No final, foi a vez dos longos bordados de brilho ou de seda com estampa floral. A cartela acompanhou o clima: marrons, azul escuro, vinho e preto.

Calvin Klein: o minimalismo definitivamente está de volta. A grife nunca se afastou muito do estilo, mas ao trazer Stella Tennant, Kirsten Hume e Kristen McMenamy, três tops que são a cara da era, o recado estava dado. Somando-se a isso, Francisco Costa pensou em velocidade e aerodinâmica ao conceber esta coleção, essencialmente em preto e branco, com apenas alguns looks em azul cobalto e prata. As formas eram super simples, apenas com algumas variações que conferiam a tal aerodinâmica citada. Calças retas, vestidos tubinho, midi ou coluna, blazers e blusas e mangas cilindro, casacos retos, sem botões aparentes em tecidos como cetim e lã. Menos é mesmo mais.

Isaac Mizhari: já que os anos 90 estão em alta, nada como um desfile de Isaac, um dos estilistas que despontaram naquela década. Em ótima forma, ele misturou esportes da montanha com Manhattan, mostrando casacos com capuzes de pele, vestidos tubinho, detalhes em plástico e uma cartela que incluía laranja, azuis, cinzas e preto. No fim, seus clássicos longos com tecidos metalizados e saias em camadas de materiais transparentes.

L’Wren Scott: Beau Brummel, o mais famoso dos dândis, ganhou releitura para o século XXI. Blusas de renda com babados no pescoço, usadas com blazers (alguns de modelagem meio fraque) e saias lápis em azul, marinho, cinza preto e vinho garantiram a sofisticação. Capas de couro e vestidos bordados, além de cuissardes trançadas foram outros elementos importantes.

Tommy Hilfiger: em mais uma demonstração do sportswear americano, o último desfile da NYFW teve uma jovem Katherine Hepburn como inspiração. Terninhos, trench coats, casacos de padronagem príncipe-de-gales, calças de prega cigarette e até saias godê, bem no espírito dos anos 50. O toque esportivo ficou por conta das botas de esqui. Na cartela, bege, cinza, verde Kelly, marinho, vermelho e rosa.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Proenza Schouler, Anna Sui, Marchesa, 3.1 Phillip Lim, Oscar de la Renta e Michael Kors

fevereiro 18, 2010 by Mirela Lacerda  
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Proenza Schouler: uma certa vibe colegial está invadindo as passarelas nova-iorquinas e a coleção de Lazaro Hernandez e Jack McCollough foi uma das que reforçou isso. A silhueta de mini saia evasê de cintura alta + jaquetinha curta foi onipresente. Mas o desfile não foi só isso: estampas inspiradas no trabalho do artista Christopher Wool apareceram em várias peças. Calças skinny, suéteres usados por baixo de vestidos, camisas de algodão sem mangas,  casacos militar e de peles completaram a ótima coleção.

Anna Sui: a rainha do hippie-chic sabe se manter sempre atual. Desta vez foi o artesanato americano o pano de fundo para uma coleção em tons de cinza, marrom, rosa, vermelho, verde e roxo, cheia de peças desejáveis: mini saias, casaquinhos militar, rendas, sedas, veludo, mangas fofas, detalhes de pele, estampas art nouveau e de leopardo, além de botas de cano alto forradas.

Marchesa: Georgina Chapman domina a noite. Seus vestidos, tanto longos quanto curtos, em tecidos leves, como tule, e detalhes de plumas, bordados de flores e aplicações, ou com segundas peles como tatuagens eram impecáveis. Na cartela, fúcsia, vermelho, azul, preto, branco e nude. O toque final ficou por conta dos smokings, um contraste mais que benvindo.

3.1 Phillip Lim: o estilista é conhecido pelas peças sempre usáveis, porém com um charme extra. Neste inverno não foi diferente e a inspiração na era disco dos anos 70 apareceu em assimetrias, nos vestidos fluidos, nas bocas-de-sino e até nos shorts. As cores principais eram cinza, bege, preto, branco, azul e roxo, sendo que as primeiras apareceram em peças estampadas com “blocos” de cada tom. A jaqueta forrada de lã também marcou presença, assim como as estampas de leopardo e os brilhos bordados nos looks finais.

Oscar de la Renta: a opulência está de volta. E com todas as peles e cores possíveis! O estilista não economizou no uso de peles, seja em golas, estolas ou casacos e trouxe uma coleção para lady nenhuma colocar defeito, recheada de tailleurs, vestidos coquetel e longos de tecidos super nobres e uma cartela vibrante: azul, oliva, esmeralda, dourado e vermelho.

Michael Kors: será que ele representa a essência do sportswear americano? Por esta coleção, chegou bem perto. Os vestidos, blusas e suéteres de cashmere foram usados com diversas peles. Tudo em tons neutros, de bege, cinza e preto. A silhueta é alongada e relax, com peças fundamentais para o trabalho e eventos casuais. As calças tinham modelagem mais ampla, com pregas e cintura baixa e os vestidos eram do tipo chemisier, com golas drapeadas ou longos de manga comprida. A moda americana, desesperada para sair da crise, agradece.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Marc by Marc Jacobs, Rodarte, Sophie Theallet e Vera Wang

fevereiro 17, 2010 by Mirela Lacerda  
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Marc by Marc Jacobs: em sua segunda linha, o apelo jovem é sempre evidente. Aqui, militarismo e anos 50 se encontraram em casacos e trenches em verde musgo e marrom, seguidos de vestidos em A, blusas de renda, poás, sapatilhas e meias no tornozelo. Além disso, muitas listras largas e coloridas, peças em xadrez, jeans skinny, bolsas transpassadas e até um terno cinza.

Rodarte: o México, os índios americanos e as cidades fronteiriças foram a inspiração das irmãs Kate e Laura Mulleavy para este outono/inverno. As peças hiper conceituais da dupla ganharam uma leitura um pouco mais leve, graças à cartela de cores, de nude, branco, rosa e vermelhos, e aos tecidos: muito crochê e tricôs formando blusas transpassadas, franjas, saias envelope ou sedas e transparências, que resultaram em leggings e peças de estampa florais.

Sophie Theallet: as memórias da infância e os contos de fada foram o ponto de partida da estilista para uma coleção delicada e feminina, porém voltada para uma mulher adulta. Os mini vestidos, de saias pregueadas ou retas, usados com cardigãs ou em modelagens que lembram a indumentária camponesa, apareceram em tons de rosa, verde, azul e vermelho. No fim, os longos bordados em azul acinzentado mostram que princesas modernas também têm espaço.

Vera Wang: as mulheres do film noir são sempre ótimas referências. A estilista pensou nelas para criar um outono/inverno essencialmente preto, com formas ressaltando as curvas femininas, muitas assimetrias, vestidos coquetel, blazers alongados, tules, peles e colares de pérolas de várias voltas.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Marc Jacobs

fevereiro 16, 2010 by Mirela Lacerda  
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Quando Marc Jacobs e Robert Duffy rasgaram as cortinas de papel e uma caixa com 55 modelos, entre profissionais e anônimas, foram reveladas, a mágica começou outra vez. Ao som de “Over the Rainbow” num ritmo lentinho, o clima nostálgico tomou conta do desfile. Mas longe de isso ser ruim, o que estava por trás do espetáculo era uma sensação de calma, algo que faz tanta falta atualmente. Marc queria resgatar um conservadorismo, claro que não de forma careta, mas exatamente como desejamos neste momento confuso: nada de excessos e nada ostensivo.

Por isso, a cartela era composta estritamente de cinza e nude, com apenas alguns toques de amarelo. Nas formas, muitos casacos, saias nos joelhos e abaixo, ternos, blazers, vestidos-camisola, peças em veludo, pantalonas, bordados de brilhos, muitas peles, tricôs e longos em degradê. Uma certa vibe grunge estava no ar junto com certos resquícios minimalistas também. No entanto, era justamente a falta de “novidades”, como Marc definiu, a grande novidade e o objeto de desejo desta coleção.

Ps: não consegui ver o desfile ao vivo ontem, talvez por excesso de audiência no site. Mas hoje a transmissão já estava normalizada. Vale a pena acessar www.marcjacobs.com e assistir.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Zac Posen, Carolina Herrera, Carlos Miele e Donna Karan

fevereiro 16, 2010 by Mirela Lacerda  
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Zac Posen: os tradicionais vestidões característicos do designer ficaram de lado e ele investiu, como os novos tempos pedem, num sportswear usável. O jet-set dos anos 70 e referências ao Art Déco estavam presentes nas peças de alfaiataria, de silhueta confortável, em tons terrosos e formas arquitetônicas. Florais e tons de vermelho apareceram em mini vestidos retos e de saias pregueadas, de veludo ou seda. As calças tinham corte boot cut, usadas com blazers ajustados. As peles, onipresentes na temporada, conferiram o ar decadente à coleção, inclusive nos sapatos que mais pareciam pantufas!

Carolina Herrera: um clima de opulência renasceu na passarela da grife, mostrando que a crise ficou para trás. Casacos de pele, calças pantalona, terninhos de tweed, chapéus, bordados de brilhos nos vestidos e cintura marcada foram as peças principais. No final, longos de modelagem sereia lisos, bordados ou estampados. Na cartela, tons vermelho, cinza e bege.

Carlos Miele: entre longos e vestidos coquetel, o estilista brasileiro apresentou boas peças – como os primeiros vestidos de cetim em diferentes cores. Porém falta a coleção uma certa unidade. Ele pode não trabalhar com um tema específico, mas entre casacos de pele e estampas gráficas a coesão necessária em um desfile acaba prejudicando o talento de Miele.

Donna Karan: são 25 anos oferecendo às mulheres um guarda-roupa enxuto e sofisticado. Para marcar a data, o outono/inverno veio essencialmente preto, com exceção da camisa branca, de um casaco roxo e de outras peças em cinza mescla, chumbo e azul. Texturas misturaram-se ao cetim, em modelagens esculturais e até mesmo futuristas. Vestidos dreapeados na gola e ótimos casacos provaram que a receita continua atual, mesmo após ¼ de século.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Diane von Furstenberg, Alexander Wang, Victoria Beckham e DKNY

fevereiro 15, 2010 by Mirela Lacerda  
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Diane Von Furstenberg: talvez as referências masculinas nunca tenham sido mostradas de uma maneira tão feminina como nesta coleção. Natalia Vodianova abriu o desfile com um terninho de calça capri e blazer de duplo abotoamento coberto por um bolero de flores bordadas. A partir daí, apesar de muito cinza e preto as peças exalavam feminilidade: mangas arredondadas, mini saias rodadas, transparências, bordados de brilho, dourado e prateado, detalhes de pele, e túnicas com estampa psicodélica, além de cardigãs e jaquetas mais curtas. Esta foi a última coleção de Nathan Jenden, braço-direito da estilista que passa a se dedicar exclusivamente à sua grife. Uma ótima despedida.

Alexander Wang: um talento verdadeiro sabe evoluir e apontar novos caminhos sem abrir mão de seu DNA, por isso Wang é tão celebrado. O esporte e o grunge das estações passadas deram lugar ao gótico (seria do “Drácula” ou do “Lobisomem”?) que nasceu a partir de sua observação das executivas de Wall Street e das ciganas (aparentemente as duas não têm nada a ver, mas ambas adoram dinheiro…). O resultado foram blazers desconstruídos, com caudas e barriga de fora, ou formando novas peças, meias 7/8, muito couro e veludo, blusas-camisola, rendas largas e, no final, mini vestidos de cetim drapeados. A cartela gótica incluía também marinho e vinho.

Victoria Beckham: quem não conhece o histórico de vida e estilo da ex-Spice Girl pode jurar estar diante de um trabalho impecável de fashion design. Ela realmente conseguiu ultrapassar a barreira de celebridade/estilista com seus elegantérrimos vestidos, que desta vez vieram em cor de telha, verde água, azul royal e preto. A inspiração foi levemente em Dick Tracy e na silhueta dos anos 30 e 40. Os vestidos coquetel e até longos eram de lã, crepe ou jérsei, com drapeados ou assimetrias precisas e muito decote de um ombro. No fim, alguns em dourado e ouro velho e outros longos com estampa localizada.

DKNY: apesar da cartela careta (preto, cinza, marrom e camelo), a forma como as cores foram trabalhadas não podia ser mais jovem, resultando em estampas geométricas e abstratas. As peças principais eram os casacos de diversas modelagens, normalmente mais longos que as mini saias pregueadas ou os vestidos tubinho leves. Meia calça cinza, algumas boyfriends, coletes e boinas completaram o clima “new preppy”.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Peter Som, United Bamboo, Helmut Lang e Lacoste

fevereiro 14, 2010 by Mirela Lacerda  
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Peter Som: uma lady boêmia, assim é a mulher idealizada pelo estilista nesta coleção. Os tailleurs e os vestidos tubinho vieram acompanhados de estampas abstratas, diferentes texturas e casacos de pele coloridos (lembrando os que Tom Ford fez pra Gucci em 97). Os anos 70 apareceram nas saias longas e fluidas e nos tie dyes. Roxo, verde, amarelo e azul se misturaram, marcando ainda mais o look psicodélico-chic.

United Bamboo: Thuy Pham e Miko Aoki se inspiraram em Amelia Earhart nos anos 30 para um outono/inverno cheio de referências masculinas e com uma silhueta ampla. Preto e cinza dominaram, quebrados por marinho, prata, branco e um pouco de roxo, além de estampas multicoloridas em alguns vestidos retos. Calças jodhpurs, jaquetas com detalhes de pele, saias nos joelhos abauladas e terninhos foram as peças em destaque.

Helmut Lang: Michael e Nicole Colovos buscaram no trabalho do arquiteto Santiago Calatrava as inspirações para uma coleção urbana e com toques futuristas. A dupla se aproxima cada vez mais das ideias do próprio Helmut, que faz muita falta na moda. Calças skinny com jaquetas tipo bomber com gola ou forro de pele. Vestidos tubinho com drapeados, mistura de materiais como algodão e couro, e estampas digitalizadas formaram este inverno de apenas 13 looks primordialmente em preto e cinza.

Lacoste: um clima “let’s get physical” com pitadas minimalistas dos anos 90 formaram um mix na passarela de Christopher Lemaire. O desfile começou com jaquetas simplificadas e calças retas, em tons de nude e cinza. Aos poucos foram aparecendo as sobreposições em verde, vermelho, pink, laranja, amarelo e preto, com leggings, polainas, mini vestidos e blusas amplas, além de faixas na cintura.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: Jason Wu, Preen, Rag & Bone e Doo.Ri

fevereiro 13, 2010 by Mirela Lacerda  
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Jason Wu: com influências esportivas e do guarda-roupa masculino, o estilista mostrou uma bela e sofisticada coleção, que começou com tailleurs de saias nos joelhos, casacos de pele angorá ou xadrez. No final, entraram os vestidos coquetel e os longos, com detalhes de transparências e estampas em rosa. Seu outono/inverno foi influenciado pelo trabalho de Irving Penn, principalmente pela série de imagens feitas na Nova Guiné, traduzidas em degradês de foils em preto e dourado.

Preen: Justin Thornton e Thea Bregazzi são conhecidos pelas peças com vazados e recortes estratégicos. Elas estavam lá, algumas unindo sutiãs a saias, outras usadas com micro boleros de lã e gola rulê, todas sob a forma de vestidos justos, outro hit da marca. O toque masculino ficou por conta das camisas e calças retas. No mais, peças com torcidos e drapeados, florais e uma cartela que incluía preto, roxo e amarelo.

Rag & Bone: a marca de Marcus Wainwright e David Neville foi até os alpes para trazer um inverno esportivo, cheio de tricôs Fair Isle, jaquetas tweed, saias kilt e detalhes de patch de couro nos cotovelos.

Doo.Ri: uma das vencedoras do Vogue Fashion Fund que mostra evoluir em direção a uma identidade bem definida. Ela investiu em alfaiataria e algumas referências militares, com uma silhueta ajustada, vestidos coquetel bordados, detalhes de pele e longos drapeados. Na cartela, bege, preto, vermelho e azul.

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NYFW – Outono/Inverno 2011: BCBG, L.A.M.B, Vena Cava e Ports 1961

fevereiro 12, 2010 by Mirela Lacerda  
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No primeiro dia oficial de desfiles da New York Fashion Week, os destaques são…

L.A.M.B: a marca da cantora Gwen Stefani veio com peças que a própria gostaria de usar. Assim, um mix futurista, boudoir e militar apareceu em mini vestidos, leggings e jeans boyfriend, além de peças com faixas transpassadas.

Ports 1961: Tia Cibani investiu em diferentes modelagens de casacos, tecidos encorpados, assimetrias e tons neutros, do bege ao cinza, quebrados apenas por estampas abstratas e algumas peças em metalizados.

Vena Cava: Sophie Buhai e Lisa Mayock se inspiraram nos anos 70 e em Woodstock, mas na passarela havia poucas referências boêmias e o que se destacou foram as peças em lamê, os vestidos curtos, as golas de pele e as calças baggy.

BCBG: Max e Lubov Azria mostraram a melhor coleção do dia, uma verdadeira “fluidez arquitetônica”. Vestidos assimétricos e túnicas sobre leggings eram reforçados pelos contrastes de cores (cinza, preto, marinho e amarelo). As transparências e os brilhos completavam os ingredientes de um bom desfile.

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